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Martial Gueroult

GUEROULT, Martial. L'évolution et la structure de la Doctrine de la Science chez Fichte. 2 volumes. Paris: Les Belles Lettres, 1930. (Reedição: Paris: Vrin, 1982).

I

Volume I

INTRODUÇÃO

  • Antecedentes doutrinários da Doutrina da Ciência
    • A. Dinamismo genético
      • § I. O problema da unidade entre a dissociação crítica e a fusão genética
      • § II. O dinamismo genético de Lessing e de Herder
    • B. Conflito entre as exigências do dinamismo genético e as exigências práticas
      • § I. A aparente implicação recíproca do determinismo e do dinamismo genético racional. A tese de Jacobi
      • § II. A polêmica entre Jacobi, Mendelssohn e Herder. A vantagem de Jacobi
      • § III. O determinismo inelutável e a crise de desespero de Reinhold e de Fichte
      • § IV. A libertação kantiana
      • § V. As dificuldades de uma conciliação entre o kantismo e o dinamismo genético
    • C. Investigações sobre o problema prático
      • § I. O problema religioso em Reinhold e em Fichte
      • § II. Os conceitos de vontade e de liberdade
    • D. Esforço em direção a uma sistematização genética
      • § I. As premissas e os postulados do método kantiano
      • § II. A filosofia elementar (Elementar-Philosophie) de Reinhold
      • § III. A filosofia transcendental de Salomon Maimon
      • § IV. O Enesidemo de Schulze
    • E. Convergência das preocupações práticas e das preocupações genéticas
      • § I. O “Para-si” como princípio de união entre as exigências práticas e o dinamismo genético racional
      • § II. O conflito das exigências práticas com a gênese e a evolução da Doutrina da Ciência

PRIMEIRA PARTE - O PRIMEIRO MOMENTO DA DOUTRINA DA CIÊNCIA

  • Capítulo I. O conceito e o método da Doutrina da Ciência
    • A. O conceito da Doutrina da Ciência
    • B. O método da Doutrina da Ciência
      • § I. O espírito do método
      • § II. Método fichteano e método kantiano
  • Capítulo II. O primeiro princípio
    • § I. A construção do Eu na Grundlage
    • § II. A construção do Eu na nova exposição de 1797
    • § III. O valor da intuição intelectual
  • Capítulo III. O segundo e o terceiro princípios. Sua relação com o primeiro: o sistema da Doutrina da Ciência
    • A. O segundo princípio
    • B. O terceiro princípio
    • C. União do primeiro e do segundo princípios por meio do terceiro: a dedução do sistema da Doutrina da Ciência
      • § I. Parte teórica da Grundlage (e Grundriss)
      • § II. Parte prática da Grundlage
  • Capítulo IV. A especulação e a realidade. O ponto de vista do Eu finito em geral
    • A. Especulação e realidade
      • § I. A especulação como demonstração do valor objetivo das representações
      • § II. A especulação da Doutrina da Ciência como realização plena da refutação kantiana de Hume e de Berkeley
      • § III. A especulação interioriza a realidade do mundo sem dissipá-la no sonho
    • B. O ponto de vista do Eu finito em geral
      • § I. O conceito do Eu finito em geral
      • § II. O conceito do Eu finito em geral e o problema da evolução da Doutrina da Ciência
  • Capítulo V. A filosofia prática
    • A. O sistema do direito natural
      • § I. Dedução do conceito de direito e de sua aplicabilidade
      • § II. Dedução da aplicação do direito
    • B. O sistema da moral
      • § I. Dedução do princípio da moralidade
      • § II. Dedução da realidade e da aplicabilidade da lei
      • § III. Dedução da aplicação do princípio moral
      • Quadro de toda a Doutrina da Ciência (primeiro momento)
  • Capítulo VI. O ponto de vista da comunidade. Conflito com o ponto de vista do Eu finito em geral
    • A. Especulação e praticidade
    • B. O conceito de comunidade e o ponto de vista do Eu finito em geral
      • § I. Os conceitos de indivíduo e de comunidade necessários na Doutrina da Ciência para fundamentar a moralidade tal como Fichte a entende
      • § II. Conciliação do Eu finito em geral e da comunidade
      • § III. Conflito entre o fenomenalismo ideal e o realismo transcendental
      • § IV. A realidade da comunidade e o ponto de vista transcendental da dedução
      • § V. Primeira solução: conciliação do conceito de comunidade e do conceito de Eu finito pela ideia de totalidade absoluta da tendência
      • § VI. Segunda solução: abandono do ponto de vista do Eu finito em geral. Conceito de uma força estranha acima dos “Eus”
      • § VII. Tentativa de uma nova síntese dos elementos da doutrina: a Bestimmung des Menschen
      • § VIII. Últimos vestígios de uma dedução a partir do ponto de vista do Eu finito em geral
      • § IX. Conclusão sobre a passagem ao segundo momento

II

Volume II

SEGUNDA PARTE - O SEGUNDO MOMENTO DA DOUTRINA DA CIÊNCIA

  • Capítulo I. A influência de Jacobi e de Schelling
    • A. A influência de Jacobi
    • B. A influência de Schelling
  • Capítulo II. A Doutrina da Ciência de 1801
    • A. O ponto de vista da Doutrina da Ciência de 1801
    • B. Reconstituição das vinte sínteses da Doutrina da Ciência de 1801
      • § I. Primeira parte da Doutrina da Ciência de 1801
      • § II. Segunda parte da Doutrina da Ciência de 1801
      • Quadro
  • Capítulo III. A Doutrina da Ciência de 1801 (continuação)
    • A. O espírito da construção — o processo sintético
    • B. O processo sintético

TERCEIRA PARTE - O TERCEIRO MOMENTO DA DOUTRINA DA CIÊNCIA

  • Capítulo IV. Reconstituição das vinte e cinco sínteses da Doutrina da Ciência de 1804
    • A. Os antecedentes da Doutrina da Ciência de 1804
    • B. Construção da Doutrina da Ciência de 1804
      • § I. Primeira parte: teoria da verdade
      • § II. Segunda parte: fenomenologia
      • Quadro
  • Capítulo V. Relação do terceiro momento com o segundo — Visão de conjunto da evolução da Doutrina da Ciência
    • A. A Doutrina da Ciência de 1804 e as exposições posteriores da Doutrina da Ciência
    • B. Relações entre a Doutrina da Ciência de 1804 e a Doutrina da Ciência de 1801
      • § I. Oposição entre o ponto de vista da criação livre e o da produção necessária
      • § II. A Doutrina da Ciência de 1804 como teoria geral da evolução da Doutrina da Ciência
  • Capítulo VI. O Verbo
    • A. O Verbo e a liberdade. Papel da ininteligibilidade na intelecção absoluta
    • B. Nova argumentação ontológica
      • § I. Os dois primeiros pontos de vista e a prova a contingentia
      • § II. Passagem ao análogo de uma prova per ens realissimum. Princípio da passagem da modalidade existência à modalidade necessidade
      • § III. Possibilidade de uma prova da existência necessária
      • § IV. Caráter indispensável da prova
      • § V. Prova da existência necessária
  • Capítulo VII. A beatitude
    • A. Caráter próprio da beatitude fichteana
    • B. A beatitude em suas relações com a religião e com a filosofia (ciência)
  • Capítulo VIII. As relações com Schelling e Hegel
  • Notas e observações
    • Observação I
    • Observação II
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