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Questões cartesianas

I

MARION, Jean-Luc. Cartesian questions: method and metaphysics. Chicago, Ill: University of Chicago Press, 1999.

  • Prefácio de Daniel Garber
  • Capítulo I — O pensamento sonha? Os três sonhos, ou o despertar do filósofo
  • Capítulo II — O que é a metafísica no interior do método? A situação metafísica do Discurso do Método
  • Capítulo III — O que é o método no interior da metafísica? O papel das naturezas simples nas Meditações
  • Capítulo IV — De que é capaz o ego? Divinização e dominação: capaz/capax
  • Capítulo V — O cogito afeta a si mesmo? Generosidade e fenomenologia: observações sobre a interpretação do cogito cartesiano por Michel Henry
  • Capítulo VI — O ego altera o outro? A solidão do cogito e a ausência do alter ego
  • Capítulo VII — O argumento é ontológico? A prova anselmiana e as duas demonstrações da existência de Deus nas Meditações

II

MARION, Jean-Luc. Questions cartésiennes II. Paris: Presses universitaires de France, 1991.

  • Prefácio
  • Livro I — Questões sobre o ego
    • I. A alteridade originária do ego — Meditatio II, AT VII, 24-25
      • § 1. A cisão e o fechamento
      • § 2. O ego cogito, ergo sum segundo a interpretação canônica da metafísica
      • § 3. O ego cogito, ergo sum como formulação privilegiada pela tradição dos comentadores
      • § 4. O ego sum, ego existo como formulação privilegiada por Descartes
      • § 5. O ego como finitus ou o restabelecimento de uma alteridade originária
      • § 6. Formulações agostinianas e cartesianas
      • § 7. A alteridade do ego
    • II. A “regra geral” da verdade — Meditatio III, AT VII, 34-36
      • § 1. A aporia
      • § 2. Distribuição das aquisições: redução
      • § 3. Ampliação da imanência
      • § 4. A verdadeira dificuldade
      • § 5. Exame das evidências supostas
      • § 6. A reconquista da equivalência
    • III. Substância e subsistência: Suárez e o tratado da substantia — Principia Philosophiae I, §§ 51-54
      • § 1. O conceito de substância em questão
      • § 2. A substância como subsistência
      • § 3. A substância como substrato do atributo
      • § 4. Duas aporias do modelo
  • Livro II — Questões sobre Deus
    • IV. Deus, o Estige e os destinos
      • § 1. O que dizem os poetas
      • § 2. Os deuses e os destinos
      • § 3. As origens da polêmica
      • § 4. A outra resposta: teológica
      • § 5. O que Descartes também disse
    • V. A causa sui — Responsiones I e IV
      • § 1. A singularidade
      • § 2. Uma tese impensável
      • § 3. O que dita a razão
      • § 4. Demonstrar Deus a priori
      • § 5. O retorno da analogia
    • VI. Criação das verdades eternas: princípio de razão, Malebranche, Spinoza, Leibniz
      • § 1. A recusa da recusa
      • § 2. Spinoza e a adequação
      • § 3. Malebranche e a ordem
      • § 4. Leibniz e a razão suficiente
      • § 5. O período de incubação
    • VII. Esboço de uma história das definições de Deus na época cartesiana
      • § 1. O horizonte
      • § 2. A analogia do ente e o caminho rumo à univocidade
      • § 3. O Deus matemático e a racionalidade unívoca
      • § 4. Transcendência e incognoscibilidade
      • § 5. Descartes: criação das verdades eternas
      • § 6. Descartes: três definições metafísicas de Deus
      • § 7. As indecisões da escola cartesiana
      • § 8. As tentativas de unificação
      • § 9. O privilégio da causalidade
      • § 10. Deus extenso
      • § 11. O deslocamento da essência de Deus
  • Livro III — Questões de contexto
    • VIII. Constantes da razão crítica — Descartes e Kant
      • § 1. A crítica e a interpretação de Descartes
      • § 2. A desqualificação da ontologia
      • § 3. A distinção entre o objeto e o em-si
      • § 4. O deslocamento das categorias
      • § 5. A imaginação e sua produção
      • § 6. Os limites: o método e a crítica
    • IX. O estatuto responsorial das Meditações
      • § 1. Uma questão de corpus
      • § 2. As Meditações como resposta ao Discurso
      • § 3. Objeções e respostas ao Discurso
      • § 4. A função responsorial das Meditações
    • X. Pascal e a “regra geral” da verdade
      • § 1. Um ponto de partida cartesiano
      • § 2. A repetição do modelo cartesiano
      • § 3. A vontade e a evidência: inversão do modelo cartesiano
      • § 4. A evidência obscura
      • § 5. Questões
    • XI. Mersenne e o conceito de metafísica
      • § 1. A aporia da “metafísica”
      • § 2. O esquema geral da filosofia
      • § 3. O esquema geral da metafísica
      • § 4. O esquecimento do ens enquanto tal nas Quaestiones in Genesim
      • § 5. O esquecimento da ciência do ens enquanto tal nos outros textos

III

MARION, Jean-Luc. Cartesian questions. III: Descartes beneath the mask of Cartesianism. Tradução: Stephen E. Lewis; Tradução: Stephanie Rumpza. Stanford, California: Stanford University Press, 2025.

  • Prefácio — Descartes sob a máscara
  • Nota dos tradutores
  • I. A dúvida, o jogo supremo
    • § 1. Entre duas dúvidas
    • § 2. A construção cartesiana da dúvida
    • § 3. Revisão das dúvidas anteriores
    • § 4. A mathesis universalis e o argumento pirrônico radical
    • § 5. De um performativo a outro
    • § 6. A dúvida como primeiro princípio
  • II. Ego sum, fora do sujeito
    • § 1. A formulação privilegiada
    • § 2. A objeção a partir da substância
    • § 3. O ego como substância sob reserva
    • § 4. A objeção a partir do sujeito
    • § 5. A objeção a partir da representação
    • § 6. O cogito não reflexivo
    • § 7. A objeção a partir da causa
    • § 8. O ego livre de toda causa
  • III. Conhecer pela estima
    • § 1. As aporias da generosidade
    • § 2. A estima como modo do pensamento
    • § 3. “A verdadeira função da razão”
    • § 4. Estimar, estimar a si mesmo (Montaigne)
    • § 5. A estima no amor (Descartes)
    • § 6. A estima e o eu (Pascal)
    • § 7. Uma prática da dúvida
  • IV. O infinito: o desdobramento da finitude
    • § 1. A finitude como questão
    • § 2. Os limites sem limites
    • § 3. Poder e incompreensibilidade
    • § 4. A indeterminação do perfeito
    • § 5. O infinito ôntico
    • § 6. O infinito transcendental
    • § 7. A experiência e o infinito
    • § 8. A vontade reduzida à infinitude
  • V. De Descartes à fenomenologia, e de volta
    • § 1. A suposta concordância
    • § 2. A discordância de Husserl
    • § 3. A discordância de Heidegger
    • § 4. A questão do ponto de partida
    • § 5. O retorno aos fenômenos quatenus quidam cogitandi modi
    • § 6. A neutralização da origem e do critério de evidência
    • § 7. A duplicação da res e a correlação do aparecer
    • § 8. O pensamento como decisão
    • § 9. Pensar por atos
  • VI. Montaigne, ou a dúvida sem ego sum, ego existo
    • § 1. Sem “qualquer comunicação com o ser”
    • § 2. O “ser fora do ser”, ou o “eu” que morre
    • § 3. O “eu” sem cogitatio de si mesmo
    • § 4. “Manter-se em si mesmo”, ou a redução
    • § 5. A “forma inteira”
    • § 6. “Meu ser universal”
    • § 7. O ser e a “vida”
    • § 8. À graça de Deus
  • VII. Hobbes, ou a ideia e o ser como corpo
    • § 1. O debate sobre a ideia
    • § 2. Ideias inimagináveis
    • § 3. Ideias de Deus e de si mesmo
    • § 4. A questão da substância
    • § 5. O privilégio das naturezas materiais simples
    • § 6. O ser concebido, ou o corpo
    • § 7. O privilégio irredutível da cogitatio
  • VIII. Spinoza, ou a unificação das provas da existência de Deus
    • § 1. A demora e a divergência
    • § 2. A origem cartesiana da multiplicação das provas
    • § 3. A pluralidade irredutível das definições
    • § 4. Perfeição e causa
    • § 5. Perfeição e infinito
    • § 6. A unificação dos nomes metafísicos
  • IX. Spinoza: adequação e visão
    • § 1. A construção da inadequação
    • § 2. As condições da adequação: a concordância de Spinoza com Descartes
    • § 3. Conhecimento divino e adequação: a discordância de Spinoza com Descartes
    • § 4. A conquista e a aporia da adequação
    • § 5. O primeiro desafio do recurso à adequação
    • § 6. O segundo desafio do recurso à adequação
    • § 7. O pensamento spinozista e a visão beatífica
  • Conclusão — O Descartes por vir
  • Apêndice — Montaigne, ou o uso adequado do ceticismo de Santo Agostinho
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