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Nervura do Real II

CHAUI, Marilena. A Nervura do Real: Imanência e Liberdade em Espinosa. Volume II: Liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

PARTE I: OS SERES SINGULARES

  • 1. Em busca da essência de uma coisa singular
    • 1. Essência particular afirmativa
    • 2. Essência perfeita
    • 3. Pars naturae
    • 4. Aporia: a existência das essências de coisas singulares pode ser demonstrada?
      • a. Da substância aos modos não há passagem possível
      • b. Infinita infinitis modis: a correspondência de Espinosa com Tschirnhaus
    • 5. Natureza Naturada
      • a. Os modos da substância
      • b. Natureza Naturada
    • 6. Essência de uma coisa singular
  • 2. A gênese do modo humano como ente singular
    • 1. Da Natureza Naturante à Natureza Naturada: a abertura da Ética II
    • 2. A gênese das coisas singulares
    • 3. A gênese do modo humano
    • 4. A ontogênese dos seres singulares como complexidade
    • 5. A essência de uma coisa singular como potência
    • 6. A essência de uma coisa singular como vida
    • Nota complementar n. 1 — Intensivo e extensivo: a interpretação do modo finito por Deleuze
    • Nota complementar n. 2 — Observações sobre os vários sentidos de idea em Espinosa
    • Nota complementar n. 3 — Axiomas, lemas, definição e postulados da “pequena física”

PARTE II: A UNIÃO DA MENTE COM SEU CORPO

  • 3. A união da mente com seu corpo: a vida cognitiva
    • 1. A mente externamente determinada
      • a. Sentir o corpo próprio
      • b. Imaginar e lembrar
      • c. O conhecimento inadequado
    • 2. A mente internamente disposta
      • a. O conhecimento do comum
      • b. Os gêneros de conhecimento
      • c. O necessário e eterno
    • 3. Da vontade às volições singulares
    • 4. Para o uso da vida
  • 4. A união da mente com seu corpo: a vida afetiva
    • 1. A ciência dos afetos
    • 2. O fundamento da vida afetiva
    • 3. A gênese das paixões
      • a. Nós e as coisas
      • b. Nós e os outros: o espelhamento
      • c. Proporção e desproporção: metamorfoses do amor e do ódio
      • d. A mente às voltas consigo mesma
    • 4. Da paixão à ação
    • Nota complementar n. 4 — A relação entre a mente e o corpo no Breve tratado
    • Nota complementar n. 5 — O escólio da proposição 2 da Parte III da Ética

PARTE III: A LIBERDADE

  • 5. Da vida servil à vida virtuosa
    • 1. A abertura da Ética IV
    • 2. Travessia: dinâmica das forças afetivas ou a lógica da afetividade
    • 3. O desejo mais forte: a razão como desejo
      • a. A virtude: alegria de viver
      • b. A sociabilidade: o comum e o aumento da potência
      • c. O bom e o mau nos afetos
      • d. Da paixão à ação: o desejo racional
    • 4. O modelo da natureza humana: a força do ânimo ou o homem livre
    • Nota complementar n. 6 — Adão e o Espírito de Cristo: o escólio da proposição 68 da Parte IV da Ética
  • 6. A nervura do real: a vida livre
    • 1. A impossível liberdade humana
    • 2. A imagem da liberdade humana
    • 3. A potência da mente humana
      • a. O Prefácio da Ética V
      • b. A mente internamente disposta: a interpretação dos afetos
      • c. Sub specie aeternitatis
      • d. Ciência intuitiva: a atividade da pars singularis
      • e. O amor intelectual a Deus
    • 4. Liberdade: a vida feliz
      • a. A aptidão para a pluralidade simultânea
      • b. Tão difícil quanto raro
    • Nota complementar n. 7 — Tudo é congruente
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