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Tratado 44
Enéada VI,3
Enéada VI, 3
Ennead VI,3
Ennead VI, 3
Ennéades VI,3
Ennéades VI, 3
VI, 3
VI,3

PLOTINO   - TRATADO 44 (VI, 3) - AS CATEGORIAS DE SENTIDO PRÓPRIAS DE PLOTINO  

Neste tratado Plotino   retorna à questão que tinha colocado no início de sua investigação (Tratado 42  ). Que há de comum e de diferente entre os gêneros do ser no inteligível e os gêneros do ser no sensível? Enquanto nos tratados precedentes, Plotino   não falava senão de homonímia, aqui evoca a analogia. A resposta se compreende se se coloca em seu contexto platônico, pois ela não tem sentido para Aristóteles  , que recusa a hipótese da existência de realidades separadas. Mas, para um platônico que admite a existência de tais realidades, o problema que se coloca é aquele da participação, o inteligível tendo o papel de modelo e o sensível aquele de uma imagem. Do ponto de vista do inteligível, pode-se dizer que, dada a diferença ontológica entre o sensível e o inteligível, nada há de comum senão o nome; donde o recurso à homonímia. Mas do ponto de vista do sensível, pode-se dizer que entre o sensível e o inteligível há uma relação hierárquica, e eis porque se pode falar de analogia.

  • Enéada VI, 3, 1 — Os gêneros do ser: problema geral
  • Enéada VI, 3, 2 — Os gêneros do ser: questões de método
  • Enéada VI, 3, 3 — Classificação das qualidades sensíveis...
  • Enéada VI, 3, 4 — Unidade da realidade sensível como gênero: o caráter comum
  • Enéada VI, 3, 5 — Os caracteres mencionados são caracteres comuns
  • Enéada VI, 3, 6 — A realidade é o ser tomado absolutamente
  • Enéada VI, 3, 7 — Análise aristotélica da realidade em forma, matéria e misto
  • Enéada VI, 3, 8 — A realidade sensível não é senão uma sombra da realidade inteligível
  • Enéada VI, 3, 9 — Divisão da realidade sensível em espécies: Critérios
  • Enéada VI, 3, 10 — Divisão da realidade sensível em espécies: novos critérios
  • Enéada VI, 3, 11 — Pertencem à quantidade não o lugar e o tempo, mas o grande e o pequeno
  • Enéada VI, 3, 12 — O discurso pertence não à quantidade, mas ao movimento
  • Enéada VI, 3, 13 — Sobre o número
  • Enéada VI, 3, 14 — Sobre a figura
  • Enéada VI, 3, 15 — O igual e o desigual são o próprio da quantidade
  • Enéada VI, 3, 16 — O que ela a qualidade: uma "razão" (logos)
  • Enéada VI, 3, 17 — Quais divisões introduzir na qualidade sensível?
  • Enéada VI, 3, 18 — Quais divisões introduzir na qualidade sensível?
  • Enéada VI, 3, 19 — A qualidade: novos problemas
  • Enéada VI, 3, 20 — Certas qualidades não têm contrário
  • Enéada VI, 3, 21 — Movimento e Modificação
  • Enéada VI, 3, 22 — O que é o movimento?
  • Enéada VI, 3, 23 — O que é o movimento?
  • Enéada VI, 3, 24 — As espécies de movimento: movimento local
  • Enéada VI, 3, 25 — As espécies de movimento: associação, dissolução e alteração
  • Enéada VI, 3, 26 — Critérios de divisão entre os movimentos
  • Enéada VI, 3, 27 — Repouso
  • Enéada VI, 3, 28 — Conclusão (de Porfírio  ?)