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hábito

domingo 17 de outubro de 2021

A energia? emitida por todos os atos? humanos é de mesma natureza?, mas a energia emitida por um ato humano? determinado é de um grau?, de um valor?, de uma “profusão” específica; bem entendido, estas qualidades? são particulares à aura? da humanidade?, aí permanecem, e não poderiam em nada? afetar isto que dela esteja fora?. Assim, no interior? da aura humana, poder?-se-ia, pela qualidade e pelo valor vibratório da energia, discernir qual foi o seu ato emissor desta energia. Quando, depois de ter? cumprido sua viagem na aura universal?, esta energia reentra, por choque em retorno?, na aura individual?, ela se reveste das qualidades que ela possuía antes de sair dela; e, provida destas qualidades específicas, ela vem emocionar o indivíduo?, que foi sua causa mediata pelo ato gerador. E, atingindo o indivíduo, ela o atinge nas qualidades correspondentes às suas próprias, ou seja, nas qualidades, nos sentimentos?, nas paixões, nos mobiles geradores do ato que desencadeou todo o movimento?.

Vemos aqui a consequência. Emocionado nas qualidades, nos planos que geraram um ato, por uma energia nascida deste ato mesmo?, o homem é fatalmente levado a agir como agiu antes; ele é solicitado a repetir o ato primitivo?. E, se ele o repete, uma série de novas vibrações análogas, mas de valor aumentado pela repetição, recomeça a viagem de ida e volta que descrevemos, e volta a atingir o indivíduo, da mesma maneira, mas mais forte, e o incita, mais ardentemente ainda, a uma nova repetição. O mesmo ato torna-se mais e mais fácil, natural, psiquicamente inevitável; ele acaba mesmo por agir no inconsciente?. Tal é a teoria? mecânica do hábito, do hábito inveterado, e, como diz profundamente o provérbio, da segunda natureza. [MATGIOI  , LA VOIE RATIONNELLE, p. 148-149]

LÉXICO: hábito