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Maya

sábado 6 de julho de 2019

maya

Māyā? es uno? de los nombres de Prakṛti?, el poder o agencia formativo de la manifestación en Īśvara, es decir, en el Sí mismo Auto-determinado (ātman?), Sí mismo en el que Puruṣa y Prakṛti subsisten como principios conyugados. En otras palabras, en la contención del Sí mismo, Puruṣa es "eso de lo que", ākāśa? es "eso en donde", y Māyā es "eso por lo que" puede haber manifestación, actualidad (satya), "vida?". (AKC)


Maya es el poder del Ser? (Self) que crea el mundo? y las mentes individuales. No se puede decir que Maya distorsiona la realidad? más de lo que puede decirse que la película distorsiona la pantalla en la que es proyectada. Los objetos en la película son muchos, una sola pantalla les da soporte. (Francis Lucille)
A ILUSÃO se dá quando um único? e mesmo efeito? pode ser produzido por duas causas completamente diferentes, sendo uma bastante frequente; a outra, rara: o entendimento?, que não possui dado? algum para distinguir qual das duas causas faz efeito, visto que este é o mesmo, pressupõe em todas as vezes a causa? habitual; ora, como a sua atividade? não é reflexiva nem discursiva, mas direta e imediata, a causa falsa posta-se diante de nós como objeto? intuído, justamente a falsa aparência?. Nos ensaios? recém-indicados mostrei como nascem dessa maneira a visão? e o tato? duplos quando os órgãos dos sentidos são trazidos a uma posição? inabitual: com o que justamente forneci uma prova? incontestável de que a intuição? existe apenas por e para o entendimento. [SCHOPENHAUER?, Arthur. O mundo como vontade e como representação. Primeiro Tomo. Tr. Jair Barboza. São Paulo: Editora UNESP, 2005, p. 68]
Assim como no tempo? cada momento? só existe na medida? em que aniquila o precedente, seu pai, para por sua vez ser de novo rapidamente aniquilado; assim como passado e futuro? (independentes das consequências de seu conteúdo) são tão nulos quanto qualquer sonho?, o presente, entretanto, é somente o limite? sem extensão? e contínuo? entre ambos — assim também reconheceremos a mesma nulidade em todas as outras formas do princípio? de razão?, convencendo-nos de que, do mesmo modo? que o tempo, também o espaço? e, como este, tudo que se encontra simultaneamente nele e no tempo, portanto tudo o que resulta de causas e motivos, possui apenas existência? relativa, [I 9] existe apenas por e para um outro? que se lhe assemelha, isto é, por sua vez também relativo?. O essencial? dessa visão é antigo: Heráclito? lamentava nela o fluxo eterno das coisas?; Platão? desvalorizava seu objeto como aquilo que sempre vem-a-ser, sem nunca ser; Espinosa? o nomeou meros acidentes da substância? única, existente e permanente; Kant? contrapôs o assim conhecido, como mero fenômeno?, à coisa-em-si?; por fim?, a sabedoria? milenar dos indianos diz: “Trata-se de ΜΑΙΑ, o véu da ilusão, que envolve os olhos dos mortais, deixando-lhes ver um mundo do qual não se pode falar? que é nem que não é, pois assemelha-se ao sonho, ou ao reflexo? do sol? sobre a areia tomado a distância pelo andarilho como água, ou ao pedaço de corda no chão que ele toma como uma serpente”. (Tais comparações são encontradas, repetidas, em inumeráveis passagens dos Vedas e dos Puranas.) O que todos pensam e dizem, entretanto, não passa daquilo que nós também agora? consideramos, ou seja: o mundo como representação? submetido ao princípio de razão. [SCHOPENHAUER?, Arthur. O mundo como vontade e como representação. Primeiro Tomo. Tr. Jair Barboza. São Paulo: Editora UNESP, 2005, p. 48-49]