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Karl Renz : a vida vive a si mesma

jeudi 5 mars 2020

nossa tradução

É assim que a vida? vive a si mesma ; está tudo bem?. Mas não? há ninguém que com isto tenha uma vantagem ou desvantagem. É como um? teatro? ou uma peça em que ninguém vai para casa depois da peça porque não havia ninguém encenando. Neste Absoluto? sonho? de Parabrahman, tudo é possível?, tudo está aí. Tudo o que podes imaginar, está aí. Tudo ! Tudo o que podes imaginar, é o Absoluto imaginando o que quer que tem que ser?, tem que ser. Não podes tirar nada? disso. Se pudesses tirar um momento? de sofrimento? desta vida vivendo a si mesma, poderias destruir a vida. Mas não podes. Tudo tem que estar? aí. Toda mínima queixa e choro. Que eu? devo sentar tem que acontecer. Imagine se eu pudesse evitá-lo ! Dane-se tudo !

No momento em que tentas evitar o sofrimento, te tornas o sofredor. O que podes fazer ? Como podes não tentar evitá-lo ? E o amor? faz tentares evitá-lo, porque, por amor a ti mesmo, queres conforto e conforto seria a ausência? de sofrimento ou miséria. O amor próprio? é a raiz? de todo? sofrimento. Não podes imaginar que o amor por ti mesmo é a raiz de toda a miséria, porque há um "eu" envolvido, um amante e um amado, um sujeito? e um objeto?. Miséria instantânea. E agora? é tarde? demais. Tens que ser apesar disto, porque nunca vai parar. Nunca começou e nunca vai parar, esta paixão? ... Paixão por ti mesmo. Desesperança? suficiente ?

Original

It’s just the way life lives itself ; it’s just fine. But there’s no one who has an advantage or disadvantage with it. It’s like a theatre or a play where no one goes home after the play because there was no one playing. In this Absolute dream of Parabrahman, everything is possible, everything is there. Whatever you can imagine, is there. Everything ! Whatever you can imagine, is the Absolute imagining whatever has to be, has to be. You cannot take one thing? out of it. If you could take one moment of suffering out of this life living itself, you could destroy life. But you cannot. All has to be there. All little whining and crying. That I’m supposed to sit has to happen. Imagine if I could avoid it ! Fuck it all !

The moment you try to avoid suffering, you become the sufferer. What can you do ? How can you not try to avoid it ? And love makes you try to avoid it because in love for yourself, you want comfort and comfort would be the absence of suffering or misery. The Self-love is the root of all suffering. You cannot imagine that the love for yourself is the root of all misery because there’s a ’me’ involved, a lover and a beloved, the subject and an object. Instant misery. And now it’s too late. You have to be in spite of it because it will never stop. It never started and it will never stop, this passion... Passion for yourself. Enough hopelessness ?


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