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Karl Renz : iluminação e despertar como estória

jeudi 27 février 2020

42:56 Q : Dizes que nada? acontece dentro ou em relação? à personalidade?, mas pelos relatos que leio as pessoas dizem que há algo.

K : Então não? é "split-second", é uma experiência? de unidade? [Oneness], de que não se é mortal ou imortal, ou algo similar. Então se tem um? êxtase?, pois isto te faz extático. É o resultado disto. Mas o "split-second", este não evento?, não tem resultado. É como acontece o próximo? gole de café, mas sem qualquer êxtase. Não dá nenhuma alegria? especial ou algo afim. É tão natural?. Nada acontece, é apenas "andando por aí" [by the way]. O que te faz rir é satori. É a experiência de unidade, ou o êxtase. Só isto pode fazer estes resultados de iluminação?, ou de ter? uma experiência que além? das palavras, ou algo assim. E assim fazê-la parte? da estória. Mas este simples? "andando por aí aha" não tem evento. Continuas a tomar café ou falar? com as pessoas. Não podes colocá-lo dentro de uma moldura temporal?.

Q : Como pode haver um evento no caso de Ramana com um antes e um depois ? Não entendo tua interpretação?.

K : Eu? sei. É que todos estão tão por dentro da estória de si mesmo que a estória de Ramana tem que ser? conforme algo também sujeito? a causa? e efeito? : algo tem que advir de algo. Mas tudo isto é no sonho? e não na realidade?. Não podes encaixar isto em uma estória normal? de um livro de mim mesmo? ou um diário. Todos estes despertos que clamam ser despertos são parte do sonho. Há ainda um fantasma? operando como desperto. A realidade não conhece nenhum desperto ou não desperto, ou realizados e não realizados. Tudo isto é parte do chamado? reino? da realização, onde todas estas coisas? acontecem. Mas para a realidade não há impacto.


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