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Balsekar : Nisargadatta sobre reencarnação

vendredi 14 février 2020

nossa tradução

Maharaj rejeita de pronto a ideia de re-nascimento ou re-encarnação, e a base para tal rejeição é tão simples que nos humilha : a entidade que deveria nascer de novo não existe, exceto como mero conceito ! Como um conceito pode re-nascer ?

Mahany, com toda a inocência, pergunta ao protagonista do re-nascimento : “Por favor, eu quero saber quem é que iria re-nascer ?” O corpo ’morre’ e, após a morte, é destruído - enterrado ou cremado - tão rapidamente quanto possível. O corpo, em outras palavras, foi irreparavelmente, irrecuperavelmente, irrevogavelmente destruído. Aquele corpo, portanto, que era uma coisa objetiva, não pode re-nascer. Como, então, qualquer coisa não objetiva, como a força da vida (a respiração), que, com a morte do corpo, se fundiu com o ar exterior, ou a consciência? que se fundiu com a Consciência Impessoal, também pode re-nascer ?

Talvez, diz Maharaj, digas que a entidade em questão será re-nascida. Mas isso seria totalmente ridículo. Sabes que a "entidade" nada mais é do que um conceito, uma alucinação que surge quando a consciência se identifica erroneamente com a forma particular.

Como surgiu a ideia de re-nascimento ? Talvez tenha sido concebida como algum tipo de teoria operacional aceitável para satisfazer as pessoas mais simples que não eram inteligentes o suficiente para pensar além dos parâmetros do mundo? manifestado.

Original

Maharaj rejects the idea of re-birth or re-incarnation out of hand, and the basis for such rejection is so simple that it humbles us : the entity which is supposed to be re-born does not exist, except as a mere concept ! How can a concept be re-born ?

Mahany in all innocence asks the protagonist of re-birth : “Please, I want to know, who is it that would be re-born ?” The body ‘dies’ and, after death, is demolished — buried or cremated—as quickly as possible. The body, in other words, has been irreparably, irretrievably, irrevocably destroyed. That body, therefore, which was an objective? thing cannot be re-born. How then can anything non-objective like the life-force (the breath), which, on the death of the body, merged with the air outside, or the consciousness which merged with the Impersonal Consciousness, be re-born either ?

Perhaps, says Maharaj, you will say that the entity concerned will be re-born. But that would be utterly ridiculous. You do know that the ‘entity’ is nothing but a concept, a hallucination which arises when consciousness mistakenly identifies itself with the particular form.

How did the idea of re-birth arise at all ? It was perhaps conceived as some sort of an acceptable working theory to satisfy the simpler people who were not intelligent enough to think beyond the parameters of the manifested world.


Voir en ligne : Pointers from Nisargadatta