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Balsekar (1982:9-10) – Nisargadatta sobre o "eu"

mardi 28 janvier 2020

Excerto de BALSEKAR, Ramesh. Pointers from Nisargadatta. Durham : Acorn, 1982, p. 9-10.

nossa tradução

De acordo? com Maharaj, ao nível da mente?, o ’eu?’ pode ser? considerado sob três aspectos : 1. impessoal? - Avyakta? (não? manifesto), o ’eu absoluto?’, além? de toda percepção? ou experiência? sensorial? e sem se dar conta de si mesmo. 2. superpessoal - Vyakta (manifestado), que é o reflexo? do Absoluto na consciência?, como ’eu sou?’, e 3. pessoal - Vyakti, que é uma construção dos processos físicos e vitais, o aparato psicossomático? em que a consciência se manifesta.

Maharaj, no entanto, faz questão? de repetir a intervalos frequentes, que essa distinção? é puramente nocional e não pode existir? na realidade?. Essencialmente, não há diferença? entre o manifesto (Vyakta) e o não manifesto (Avyakta), assim como não há diferença essencialmente entre luz? e luz do dia. O universo? está cheio de luz, mas essa luz não pode ser vista até que seja refletida contra uma superfície como a luz do dia ; e o que a luz do dia revela é a pessoa? individual (Vyakti). O indivíduo? na forma? do corpo? humano? é sempre o objeto? ; a consciência (como testemunhar) é o sujeito?, e sua relação? de dependência mútua (a consciência não pode aparecer? sem o aparato de um? corpo e o corpo não pode ter? senciência sem consciência) é a prova? de sua identidade? básica com o Absoluto. Ambos são da mesma consciência ; um em repouso, o outro? em movimento? - cada um consciente? do outro.

Todo? o universo manifestado, explica Maharaj, existe apenas na consciência. O processo? conceitual seria o seguinte : A consciência surge no Ser Puro?, por nenhuma causa? ou razão? específica além de que é sua natureza? fazê-lo - como ondas na superfície do mar. Na consciência, o mundo? aparece e desaparece ; e cada um de nós tem o direito? de dizer : Tudo o que existe é eu, tudo o que existe é meu ; antes de todos os começos, depois de todos os finais, estou lá para testemunhar o que acontece. ’Mim’, ’você’ e ’ele’ são apenas aparências na consciência - todas são basicamente ’eu’.

Original

According to Maharaj, at the level of the mind, the ‘I’ may be considered under three aspects : 1. The impersonal — Avyakta (un-manifest), the Absolute ‘I, beyond all sensory perception or experience and unaware of itself. 2. The super-personal — Vyakta (manifested), which is the reflection of the Absolute in consciousness, as ‘I am’, and 3. the personal — Vyakti, which is a construct of the physical and vital processes, the psychosomatic apparatus in which consciousness manifests itself.

Maharaj, however, makes it a point to repeat at frequent intervals, that such distinction is purely a notional one, and cannot exist in reality. Essentially there is no difference between the manifest (Vyakta) and the un-manifest (Avyakta), just as there is no difference essentially between light and daylight. The universe is full of light but that light cannot be seen until it is reflected against a surface as daylight ; and what the daylight reveals is the individual [10] person (Vyakti). The individual in the form of the human body is always the object ; consciousness (as the witnessing) is the subject, and their relation of mutual dependence (consciousness cannot appear without the apparatus of a body and the body cannot have sentience without consciousness) is the proof of their basic identity with the Absolute. They both are the same consciousness ; one at rest, the other in movement — each conscious of the other.

The entire manifested universe, explains Maharaj, exists only in consciousness. The conceptualized process would be as follows : Consciousness arises in Pure Being, for no particular? cause or reason other than that it is its nature to do so — like waves on? the surface of the sea. In consciousness the world appears and disappears ; and each one of us is entitled to say : All there is, is I, all there is, is mine ; before all beginnings, after all endings, I am there to witness whatever happens. ‘Me,’ ‘you’ and ‘he’ are only appearances in consciousness — all are basically ‘I’.


Voir en ligne : Pointers from Nisargadatta