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Coomaraswamy (AKC:14-15) – karma

dimanche 19 janvier 2020

nossa tradução

Uma imagem? foi desenhada do cosmos e do seu “olho?” vigilante. Omiti apenas dizer que o campo? é dividido por cercas concêntricas que podem convenientemente, embora não? necessariamente, ser? consideradas em número? de vinte e um?. O Espectador está, assim, na vigésima primeira afastado da cerca mais externa pela qual nosso ambiente? atual é definido. Cada jogador ou seu desempenho em cena é limitado às possibilidades representadas pelo espaço? entre duas cercas. Lá ele nasce e morre. Vamos considerar esse? ente? nascido, assim por diante, como ele é em si e como acredita ser - “um animal?, raciocinante e mortal ; que eu? sei e que confesso que sou”, como Boécio? expressa. Fulano não concebe que ele pode ir e vir no tempo? como quiser, mas sabe que está envelhecendo todos os dias, quer goste ou não. Por outro? lado, ele concebe que, em alguns outros aspectos, pode fazer o que quiser, desde que isso não seja impedido pelo ambiente - por exemplo?, por um muro de pedra, por um policial ou por mores [costumes?] contemporâneos. Ele não percebe que esse ambiente do qual ele faz parte? e do qual ele não pode se excluir é um ambiente determinado causalmente ; que faz o que faz por causa? do que foi feito. Ele não percebe que é o que é e faz o que faz, porque outros antes dele foram o que eram e fizeram o que fizeram, e tudo isso sem qualquer começo? concebível. Ele é literalmente uma criatura das circunstâncias, um autômato?, cujo comportamento? poderia ter? sido previsto e totalmente explicado por um conhecimento? adequado? das causas passadas, agora? representado pela natureza? das coisas? - incluindo sua própria natureza. Essa é a conhecida doutrina do karma, uma doutrina da fatalidade? inerente, que é afirmada a seguir pelo Bhagavad Gītā, xviii, “Limitado pela obra (karma) de uma natureza que nasce em ti e é teu, mesmo aquilo que desejas não fazer, fazes queiras ou não". Assim nada? mais é do que um elo de uma cadeia causal da qual não podemos imaginar um começo ou um fim?. Não há nada aqui com o qual o determinista mais ferrenho possa discordar. O metafísico - que não é, como o determinista, um nada-crente (nāstika) - destaca meramente nesta fase que apenas o funcionamento da vida?, a maneira de sua perpetuação, pode ser explicada causalmente ; que a existência? de uma cadeia de causas pressupõe a possibilidade? logicamente anterior dessa existência - em outras palavras, pressupõe uma primeira causa que não pode ser pensada como uma entre outras causas mediadas, seja no local ou no tempo.

Original

A picture has been drawn of the cosmos and its overseeing “Eye.” I have only omitted to say that the Held is divided by concentric fences which may conveniently, although not necessarily, be thought of as twenty-one in number. The Spectator is thus at the twenty-first remove from the outermost fence by which our present environment is defined. Each player’s or groundling’s performance is confined to the possibilities that are represented by the space between two fences. There he is born and there he dies. Let us consider this born being, So-and-so, as he is in himself and as he believes himself to be—“an animal, reasoning and mortal ; that I know, and that I confess myself to be,” as Boethius expresses it. So-and-so does not conceive that he can move to and fro in time as he will, but knows that he is getting older every day, whether he likes it or not. On? the other hand, he does conceive that in some other respects he can do what he likes, so far as this is not prevented by his environment—for example, by a stone wall, or a policeman, or contemporary mores. He does not realize that this environment of which he is a part, and from which he cannot except himself, is a causally determined environment ; that it does what it does because of what has been done. He does not realize that he is what he is and does what he does because others before him have been what they were and have done what they did, and all this without any conceivable beginning. He is quite literally a creature of circumstances, an automaton?, whose behavior could have been foreseen and wholly explained by an adequate knowledge of past causes, now represented by the nature of things—his own nature included. This is the well-known doctrine of karma, a doctrine of inherent fatality, which is stated as follows by the Bhagavad Gītā, xviii.20, “Bound by the working (karma) of a nature that is born in thee and is thine own, even that which thou desirest not to do thou doest willy-nilly.” So-and-so is nothing but one link in a causal chain of which we cannot imagine a beginning or an end. There is nothing here that the most pronounced determinist can disagree with. The metaphysician—who is not, like the determinist, a “nothing-morist” (nāstika) —merely points out at this stage that only the working of life, the manner of its perpetuation, can thus be causally explained ; that the existence of a chain of causes presumes the logically prior possibility of this existence— in other words, presumes a first cause which cannot be thought of as one amongst other mediate causes, whether in place or time. (AKCM, p. 14-15)


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