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Jean Klein : l’acceptation

mercredi 11 avril 2018

Original

Il faut avant tout accepter ce qui arrive, sans répulsion ni attraction. Et, de cette acceptation, naît la compréhension qui, seule, peut nous amener au détachement.

C’est la compréhension qui nous libère. Les médicaments, ou autres formules de fuites, ne peuvent jamais nous libérer qu’artificiellement. Si nous trichons, le détachement ne se produit pas, parce que le problème ne se liquide pas et nous envahit quand même d’une autre manière, ou dans d’autres circonstances. Nous ne pouvons pas le fuir. Il doit être affronté, examiné froidement et lucidement, c’est la seule chose? qui puisse nous faire obtenir la compréhension profonde par laquelle le problème nous lâche.

Autrement, ce sont des détachements illusoires qui créent des conflits supplémentaires. Seule l’acceptation permet la compréhension et seule la compréhension produit la libération.

Quand la nature? de l’objet? est vraiment comprise, nous nous en dégageons. L’objet reste toujours là en tant que symbole, mais nous en sommes dégagés. Et c’est le principal, parce que l’objet n’a pas de réalité?, c’est nous seuls qui lui en créons une. C’est notre mental? qui crée l’objet. Sans mental, il n’y a pas d’objet, il n’y a que Conscience?. Donc, ce que nous appelons le monde, la maladie, la souffrance, etc., est uniquement une projection mentale, pas autre chose.

Antonio Carneiro

É preciso antes de tudo aceitar o que acontece, sem repulsão nem atração. E, desta aceitação, nasce a compreensão que, só, pode nos levar ao desapego.

É a compreensão que nos libera. Os medicamentos, ou outras fórmulas de fugas, não podem nunca nos liberar senão artificialmente. Se nós trapacearmos, o desapego não se produz, porque o problema não se liquida e nos invade ainda de outra maneira, ou em outras circunstâncias. Não podemos fugir dele. Ele deve ser enfrentado, examinado fria e lucidamente, é a única coisa que pode nos fazer obter a compreensão profunda pela qual o problema nos deixa.

Por outro lado, são desapegos ilusórios que criam conflitos suplementares. Só a aceitação permite a compreensão e só a compreensão produz a liberação.

Quando a natureza do objeto é verdadeiramente compreendida, nós nos desprendemos disso. O objeto fica sempre lá na qualidade de símbolo, mas nós estamos desembaraçados disso. E é o principal, porque o objeto não tem realidade, é somente nós que lhe criamos uma. É nosso mental que cria o objeto. Sem mental, não tem objeto, não tem senão Consciência. Então, o que chamamos de mundo, doença, sofrimento, etc., é unicamente uma projeção mental, nenhuma outra coisa.


Voir en ligne : ACEITAÇÃO