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Wei Wu Wei (PP :§35) : definição de prajna

mercredi 15 avril 2020

tradução

Eu sou? o Escutar do escutar,
... Eu sou a fonte de todo escutar, portanto não ouço nenhum som,
Eu sou o Ver do ver,
... Eu sou a fonte de todo ver, portanto não vejo nenhuma forma,
Eu sou o Sentir do sentir,
... Eu sou a fonte de todo sentir, por isso não sinto nenhum toque,
Eu sou o Cheirar do cheirar,
... Eu sou a fonte de todo cheirar, por isso não sinto nenhum cheiro,
Eu sou o Saborear do saborear,
... Eu sou a fonte de todo saborear, por isso não saboreio nenhum sabor,
Eu sou o Cognoscer do cognoscer,
... Eu sou a fonte de todo cognoscer, portanto, não conheço nenhum conceito.

Sendo a fonte de toda a senciência, sou insenciente.
Som, visão, contato, odor, sabor, conhecimento? não são como tais,
Pois o-que-sou, eles são.

O que é escutado é meu Escutar, visto é meu Ver, sentido é meu Sentir,
O que é saboreado é meu Saborear, o cognoscido é meu Cognoscer,
Mas eu não sou nem cognoscedor nem cognoscido,
Pois a substância do cognoscer é minha natureza?.
Eu sou o Agir? do agir, o Funcionar do funcionar,
Mas eu nem ajo nem funciono,
Eu sou o Experienciar do experienciar,
Mas não posso experienciar experienciar,
Pois eu não tenho nenhum eu.
Sou in-temporal e in-finito,
Pois o que espaço-tempo é eu sou.

Original

I am the Hearing of hearing,
... I am the source of all hearing, therefore I hear no sound,
I am the Seeing of seeing,
... I am the source of all seeing, therefore I see no form,
I am the Feeling? of feeling,
... I am the source of all feeling, therefore I feel no touch,
I am the Smelling of smelling,
... I am the source of all smelling, therefore I smell no odour,
I am the Tasting of tasting,
... I am the source of all tasting, therefore I taste no flavour,
I am the Cognising of cognising,
... I am the source of all cognising, therefore I know no concept.

Being the source of all sentience, I am Insentient.
Sound, sight, contact, odour, flavour, knowledge are not as such,
For what I am they are.
What is heard is my Hearing, seen is my Seeing, felt is my Touching,
What is tasted is my Tasting, cognised is my Cognising,
But I am neither cogniser nor cognised,
For the suchness of cognising is my nature.
I am the Acting of acting, the Functioning of functioning,
But I neither act nor function,
I am the Experiencing of experiencing,
But I cannot experience experiencing,
For I have no self.
I am time-less and in-finite,
For what space-time is I am.


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