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Wei Wu Wei (PP :§32) : eu, númeno, falante

jeudi 23 avril 2020

tradução

Sou apenas como todos os entes,
Só existo como todas as aparições.
Sou experienciado apenas como toda senciência,
Sou apenas cognoscido como todo? conhecimento?.
Só visível como tudo o que é visto,
Todo conceito? é um? conceito do que eu sou?.
Tudo o que parece ser? é o meu sendo,
Pois o que eu? sou não? é nada?.
Sendo o que é fenomenal,
O que quer pode ser concebido como aparecendo,
Eu que estou concebendo não posso ser concebido,
Posto que só eu concebo,
Como poderia conceber o que é conceber ?
O que sou é o que concebo ;
Isso não é o suficiente para eu ser ?
Quando eu poderia ter? nascido,
Eu que sou o criador do próprio? tempo? ?
Onde eu poderia viver
Eu que concebo o espaço? onde todas as coisas? se estendem ?
Como eu poderia morrer ?
Eu que concebo o nascimento, vida? e morte? de todas as coisas,
Eu que, concebendo, não posso ser concebido ?
Eu sou sendo, inconsciente? de sendo,
Mas meu sendo é todo sendo,
Eu não penso, nem sinto, nem faço,
Mas teu pensamento?, sentimento?, fazimento é somente meu.
Eu sou vida, mas são meus objetos que vivem,
Pois tua vida é minha vida.
Transcendendo toda a aparição,
Eu sou imanente? nisso,
Pois tudo que é – eu sou,
E eu sou nenhuma coisa?.

Original

I only am as all beings,
I only exist as all appearances.
I am only experienced as all sentience,
I am only cognised as all knowing.
Only visible as all that is seen,
Every concept is a concept of what I am.
All that seems to be is my being,
For what I am is not any thing.
Being whatever is phenomenal,
Whatever can be conceived as appearing,
I who am conceiving cannot be conceived,
Since only I conceive,
How could I conceive what is conceiving ?
What I am is what I conceive ;
Is that not enough for me to be ?
When could I have been born,
I who am the conceiver of time itself ?
Where could I live,
I who conceive the space wherein all things extend ?
How could I die,
I who conceive the birth, life, and death of all things,
I who, conceiving, cannot be conceived ?
I am being, unaware of being,
But my being is all being,
I neither think nor feel nor do,
But your thinking, feeling, doing, is mine only.
I am life, but it is my objects that live,
For your living is my living.
Transcending all appearance,
I am immanent therein,
For all that is - I am,
And I am no thing.


Voir en ligne : POSTHUMOUS PIECES [PP]