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Wei Wu Wei (PP :§13) – o absurdo da "vida" e da "morte"

dimanche 10 mai 2020

tradução

Que diferença poderia haver entre ’viver’ e ’morrer’ ? ’Viver’ é apenas a elaboração em duração sequencial do que de outra forma é conhecido como ’morte’.

Quando o-que-somos funciona, estendendo-se em três dimensões espaciais aparentes e outra interpretando-as como duração, juntas conhecidas como ’espaço-tempo’, existe o que conhecemos como ’viver’. Quando este processo cessa, não somos mais estendidos em duração sequencial, não somos mais elaborados em ’espaço’, ’espaço-tempo’ não existe mais e o universo aparente desaparece.

Então dizemos que estamos "mortos".

Mas como o-que-somos, nunca "vivemos" e não podemos "morrer".

Onde ’nós’ poderíamos viver ? Quando ’nós’ poderíamos morrer ? Como poderia haver tais coisas como ’nós’ ? ’Viver’ é uma ilusão? espacial, ’morrer’ é uma ilusão temporal, ’nós’ somos uma ilusão espaço-temporal baseada na interpretação serial de ’instantâneos’ ou ’quanta’ cognoscidos como movimento.

Somente os conceitos de infinito e intemporalidade podem sugerir intelectualmente uma noção do que somos como fonte e origem? da aparência ou manifestação.

Original

What difference could there be between ’living’ and ’dying’ ? ’Living’ is only the elaboration in sequential duration of what otherwise is known as ’death’.

When What-we-are functions, extending in three apparent spatial dimensions and another interpreting them as duration, together known as ’space-time’, there is what we know as ’living’. When that process ceases we are no longer extended in sequential duration, we are no longer elaborated in ’space’, ’space-time’ is no more and the apparent universe dis-appears.

Then we say we are ’dead’.

But as what we are we have never ’lived’, and we cannot ’die’.

Where could ’we’ live ? When could ’we’ die ? How could there be such things as ’we’ ? ’Living’ is a spatial illusion, ’dying’ is a temporal illusion, ’we’ are a spatio-temporal illusion based on the serial interpretation of dimensional ’stills’ or ’quanta’ cognised as movement.

Only the concepts of infinity and intemporality can suggest intellectually a notion of what we are as the source and origin of appearance or manifestation.


Voir en ligne : POSTHUMOUS PIECES (PP)