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Balsekar (DO:1) – Ashtavakra 7

sábado 10 de setembro de 2022

    

tradução

Ashtavakra continua:

O único observador é, naturalmente, a Conscientidade   [Consciousness] — a Conscientidade universal   — na qual apareceu, como uma rede de ondas no oceano, a totalidade   da manifestação   fenomenal. A Conscientidade Universal (númeno subjetivo), é, portanto, o único observador (como subjetividade pura) e tudo o mais na manifestação é um objeto. Mas na vida, por causa   da identificação com o corpo, cada ser humano   esquece que é um objeto tanto quanto os outros objetos que observa. Ele assume a subjetividade do númeno absoluto e se considera o observador do outro objeto observado. Ao usurpar assim a subjetividade do único sujeito   absoluto, o ser humano comete o pecado   original e, portanto, fica sob escravidão. Em outras palavras, a Conscientidade universal tendo se condicionado como conscientidade pessoal ou individual pela identificação com uma entidade separada, considera a pessoa, o ego limitado, como o sujeito observador. Assim que essa identidade   equivocada é percebida e a verdadeira identidade como o único sujeito – ou testemunha – é estabelecida, a sujeição desaparece, há iluminação  . Em resumo, o “eu” (em oposição ao “outro”) desaparece e em seu lugar brilha o “eu” como o observador sujeito eterno e sem forma.

Original

Ashtavakra continues:

The one observer is, of course, Consciousness—universal Consciousness—in which has appeared, like a network of waves on the ocean, the totality of the phenomenal manifestation. Universal Consciousness (subjective noumenon), is therefore the only observer (as pure subjectivity) and everything else in the manifestation is an object. But in life, because of identification with the body, each human being forgets that he is as much of an object as the other objects which he observes. He assumes the subjectivity of the absolute noumenon, and considers himself the observer of the other observed object. By so usurping the subjectivity of the one absolute subject, the human being commits the original sin and therefore comes under bondage. In other words, universal Consciousness having conditioned itself as the personal or individual consciousness by identification with a separate entity, considers the person, the limited ego, as the subject observer. As soon as this mistaken identity is realized and the true identity as the one subject—or witness—is established, the bondage disappears, there is enlightenment. In brief, the “me” (in opposition to the “other”) disappears and in its place shines the “I” as the one formless eternal subject observer.


Ver online : Ramesh Balsekar