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República Preâmbulo (L1): Crítica das ideias admitidas sobre a justiça

sexta-feira 25 de março de 2022

    
  • Preâmbulo (L1): Crítica das ideias admitidas sobre a justiça
    • Introdução: Sócrates e Céfalo

      • Sócrates na festa de Bendidios

        • Conversação com o velho Céfalo sobre os incômodos da velhice
        • O bem supremo que busca a fortuna   é de não ser tentado a ser desonesto

        Mas (primeira opinião   sobre ajustiça, Céfalo): a justiça consiste em «dizer a verdade e pagar suas dívidas»?

      A) Crítica das definições correntes da justiça ( [1]- [2])

      • Primeira definição (Simonide, por generalização daquela de Cefalo): «dar a cada um aquilo que a ele se deve»

        Segunda definição (aditamento à precedente): «fazer o bem a seus amigos e o mal a seus inimigos»

        • Primeira crítica (analogia   justiça/arte): todas as técnicas são mais úteis que a justiça
        • Segunda crítica (analogia justiça/arte): o homem   que sabe ser justo sabe também ser o mais injusto
        • Terceira crítica: quem são os verdadeiros amigos e os verdadeiros inimigos?

        Terceira definição: fazer o bem ao amigo e o mal ao inimigo   mau

        • Crítica: fazer o mal aos maus os torna piores; o homem justo não deve fazer o mal a ninguém

      B) Discussão da tese de Trasímaco: Trasímaco intervém, revoltado contra o método seguido ( [3])

      • 1. Exposição e crítica da tese sofística: a justiça é o interesse   do mais forte   ( [4]- [5])
        • Exposição da tese
        • Primeira tentativa de refutação
          • Aquilo que os fortes instituem nem sempre é para eles vantajoso  
          • Réplica  : o forte só é forte enquanto não se engana sobre sua vantagem
        • Segunda tentativa de refutação
          • Toda técnica   é feita para vantagem daquilo que sobre o qual ela se exercita e que ela domina
          • Réplica
            • Toda técnica busca a vantagem daquele que a exercita e re-desenvolvimento da tese
            • A injustiça   é mais forte e mais livre que a justiça
        • Terceira refutação
          • Réplica
            • Distinção da função das artes enquanto artes e das vantagens buscadas por aqueles que as exercem
            • Donde: a arte de governar se propõe para o bem dos governados
      • 2. A injustiça é mais lucrativa que a justiça? ( [6]- [7])
        • Trasímaco classifica a injustiça junto com a virtude e a sabedoria  
        • Primeira refutação
          • A justiça é mais bela que a injustiça
          • O justo a conduz sobre seu contrário apenas, ele portanto sábio   e bom.
          • Intermezzo.
        • Segunda refutação
          • A justiça é mais forte
          • A injustiça impede os homens de agir em concerto
        • Terceira refutação
          • O injusto não é mais feliz que o justo
            • cada coisa tem sua virtude própria
            • a função da alma   é de governar
            • sua virtude é a justiça
            • o homem justo vive portanto melhor que o injusto
      • Conclusão
        • Buscou-se qualificar a justiça
        • Saber se ela é uma virtude ou se ela é vantajosa
        • Sem conhecer sua essência  

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