Página inicial > Oriente > Wei Wu Wei (OS:Prefácio) – sujeito centrado no objeto

Wei Wu Wei (OS:Prefácio) – sujeito centrado no objeto

quarta-feira 31 de agosto de 2022

    

tradução

Enquanto um sujeito   está centrado em um fenômeno — objeto fenomênico, e pensa e fala de aí, o sujeito está identificado com o objeto e está limitado.

Enquanto esta condição permanece, o sujeito identificado não pode nunca ser livre — pois liberdade é liberação   desta identificação.

Abandono de um centro   fenomênico constitui a única «prática», e tal abandono não é um ato voluntariamente desempenhado por um sujeito identificado, mas uma não-ação (wu wei  ) abandonando o centro numênico em controle da atividade   fenomênica, e livre das interferência fictícia de um «si» imaginário.

V. ainda está pensando, olhando, vivendo, como de um centro imaginário fenomênico? Enquanto fizer isto nunca poderá reconhecer   sua liberdade.

Pode qualquer afirmação ser mais clássica?
Pode qualquer afirmação se mais óbvia?
Pode qualquer afirmação se mais vital?
 
No entanto — Oriente e Ocidente — quantos observam isto?
Logo
Pode qualquer afirmação ser mais necessária?

Nota: Wu Wei meramente implica na ausência   de interferência volitiva. Quem eu quero dizer por «você»? Eu quero dizer «eu». Eu sou   sempre eu, quem quer que diga isto, homem   ou macaco, numenicamente ou fenomenicamente, identificado ou livre — e não há tal entidade.

PS: Se v. compreendeu o acima é totalmente desnecessário para v. ler qualquer coisa a mais deste livro.

Original

As long as subject is centred in a phenomenal object, and thinks and speaks therefrom, subject is identified with that object and is bound.

As long as such condition obtains, the identified subject can never be free—for freedom is liberation from that identification.

Abandonment of a phenomenal centre constitutes the only “practice,” and such abandonment is not an act volitionally performed by the identified subject, but a non-action (wu wei) leaving the noumenal centre in control of phenomenal activity, and free from fictitious interference by an imaginary “self.”

Aie, you still thinking, looking, living, as from an imaginary phenomenal centre? As long as you do that you can never recognise your freedom.

Could any statement be more classic?
Could any statement be more obvious?
Could any statement be more vital?
 
Yet—East and West—how many observe it?
So
Could any statement be more needed?

Note: Wu Wei merely implies absence of volitional interference. Whom do I mean by “you”? I mean “I.” I am always I, whoever says it, man or monkey, noumenaUy or phenomenally, identified or free—and there is no such entity.

P.S. If you have understood the above it is quite unnecessary for you to read any more of this book.


Ver online : Wei Wu Wei – Open Secret