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Ricoeur Tempo e Relato

terça-feira 22 de março de 2022

      

Paul Ricoeur   - Tempo   e Relato

Obra capital do pensamento   de Ricoeur, em conjugação com seu livro "Metáfora viva".

Tempo e relato

  • A intriga e o relato histórico
    — * -* Prólogo
    — * -* O círculo entre relato e temporalidade
      • As aporias da experiência do tempo
        • A aporia   do ser e do não-ser do tempo
        • A medida do tempo
        • Intentio et distentio
        • O contraste da eternidade
      • A montagem da intriga
        • A célula melódica: o par mimesis  -mythos  
        • A intriga: um modelo de concordância
        • A discordância inclusa
        • A montante e a jusante da configuração poética
      • Tempo e relato. A tripla mimesis
        • Mimesis I
        • Mimesis II
        • Mimesis III
          — **** -* O círculo da mimesis
          — **** -* Configuração, re-figuração e leitura
          — **** -* Narratividade e referência
          — **** -* O tempo relatado
          — * -* A história e o relato
      • O eclipse do relato
        • O eclipse do evento na historiografia francesa
        • O eclipse da compreensão: o modelo nomológico na filosofia analítica inglesa
      • Argumentações para o relato
        • A explosão do modelo nomológico
          — **** -* Uma explicação sem legalidade: William Dray
          — **** -* A explicação histórica segundo Georg Henrik von Wright
        • Argumentos narrativistas
          — **** -* A "frase   narrativa" segundo Arthur Danto
          — **** -* Seguir uma história
          — **** -* O ato configurante
          — **** -* A explicação pela montagem em intriga
          — **** -* "Como se escreve a história"
      • A intencionalidade histórica
        • Introdução
        • A imputação   causal singular
        • As entidades de primeira ordem da historiografia
        • Tempo da história e destino do evento
          — * -* Conclusões
  • A configuração no relato de ficção
    — * -* As metamorfoses da intriga
      • Além do mythos trágico
      • Perenidade: uma ordem dos paradigmas?
      • Declínio: fim da arte de relatar?
        — * -* As restrições semióticas da narratividade
      • A morfologia do conto segundo Propp
      • A semiótica narrativa de A.J. Greimas
        — * -* Os jogos com o tempo
      • Os tempos do verbo e a enunciação
      • Tempo do relato e tempo relatado
      • Enunciação - enunciado - objeto no "discurso do relato"
      • Ponto de vista e voz narrativa
        — * -* A experiência temporal fictícia
      • Entre o tempo mortal   e o tempo monumental: Mrs. Dalloway
      • Der Zauberbeg
      • Em busca do tempo perdido: o tempo atravessado
        • O tempo perdido
        • O tempo reencontrado
        • Do tempo reencontrado ao tempo perdido
          — * -* Conclusões
  • O tempo relatado
    — * -* A aporética da temporalidade
      • Tempo da alma   e tempo do mundo
      • Tempo intuitivo ou tempo invisível  
      • Temporalidade, historialidade, intra-temporalidade
        • Uma fenomenologia hermenêutica
        • Cura   e temporalidade
        • A temporalização: a-vir, ter-sido, tornar presente  
        • A historialidade (Geschichtlichkeit)
        • A intra-temporalidade (Innerzeitigkeit)
        • O conceito "vulgar  " de tempo
          — * -* Poética do relato: história, ficção, tempo
      • Entre o tempo vivido e o tempo universal  : o tempo histórico
        • O tempo calendário
        • A sequencia das gerações: contemporâneos, predecessores e sucessores
        • Arquivos, documento, traço
      • A ficção e as variações imaginativas sobre o tempo
        • A neutralização do tempo histórico
        • Variações sobre a falha entre o tempo vivido e o tempo do mundo
        • Variações sobre as aporias internas da fenomenologia
        • Variações imaginativas e tipos-ideais (ideal-types)
      • A realidade   do passado histórico
        • Sob o signo   do Mesmo: a "re-efetuação" do passado no presente
        • Sob o signo do Outro: uma ontologia negativa do passado?
        • Sob o signo do Análogo: uma abordagem tropológica?
      • Mundo do texto e mundo do leitor
        • A retórica entre o texto e seu leitor
        • Fenomenologia e estética da leitura
      • O entrecruzamento da história e da ficção
        • A ficcionalização da história
        • A historicização da ficção
      • Renunciar a Hegel  
        • A tentação hegeliana
        • A impossível mediação total
      • Em direção   a uma hermenêutica da consciência histórica
        • O futuro e seu passado
        • Ser-afetado-pelo-passado
        • O presente histórico
          — * -* Conclusões
      • A primeira aporia da temporalidade: a identidade narrativa
      • A segunda aporia da temporalidade: totalidade e totalização
      • A aporia da inescrutabilidade do tempo e os limites do relato