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Wei Wu Wei (TM:3.I) – O que é Mente? (I)

domingo 28 de agosto de 2022

    

tradução

O universo   sensorialmente percebido é por conseguinte o aspecto objetivo da mente  . A mente   não tem outro aspecto objetivo em absoluto. Isso quer dizer que ela não tem existência objetiva como «mente».

Enquanto, objetivamente, a mente não é de outro modo que como um universo sensorialmente percebido, subjetivamente ela não pode ser qualquer coisa também. Dado que ela mesma é subjetivamente não pode ser qualquer tipo de «coisa», ela não pode ser outra que do que é em objetivação.

Posto que pode não haver nenhum tipo de «coisa» para ela ser, a mente deve necessariamente ser o que quer que sejamos que assim percebe o universo manifestado.

Por conseguinte, dado que tanto objetivamente e subjetivamente o universo manifestado é «mente» e vice-versa, o universo manifestado é o que quer que sejamos objetivamente e subjetivamente. Em nenhum lugar há algum lugar para dualidade  : objetividade se dissolve em subjetividade, e subjetividade não tem existência cognoscível outra do que como objetividade.

Isso conduz ao vislumbre que Apercepção é o que quer que sejamos, e que o que quer que sejamos é Apercepção. Isso, sem dúvida, pode ser visto como o aspecto funcional do ser íntimo, ou prajna   como o aspecto funcional de dhyana  .

Isso é, certamente, porque Enquanto-tal [Suchness   = talidade] é Tal?

Original

The sensorially-perceived universe is thereby the objective aspect of mind. Mind has no other objective aspect at all. That is to say that it has no objective existence as ‘mind’.

Whereas, objectively, mind is not otherwise than as the sensorially-perceived universe, subjectively it cannot be anything else either. Since what itself is subjectively cannot be any kind of ‘thing’, it cannot be other than what it is in objectivisation.

Since there can be no kind of ‘thing’ for it to be, mind must necessarily be whatever we are that so-perceive the manifested universe.

Therefore, since both objectively and subjectively the manifested universe is ‘mind’ and vice-versa, the manifested universe is whatever we are both objectively and subjectively. Nowhere herein is there any place for duality: objectivity dissolves in subjectivity, and subjectivity has no cognisable existence other than as objectivity.

This amounts to inseeing that Apperceiving is whatever we are, and that whatever we are is Apperceiving. This, no doubt, may be regarded as the functional aspect of inbeing, or prajna as the functional aspect of dhyana.

That, surely, is why Suchness is So?

SEGUE: O que é Mente? (II)


Ver online : Wei Wu Wei – Tenth Man