Página inicial > Oriente > Wei Wu Wei (AEB:7) – nossa Buda-natura (Buddha-nature)

Wei Wu Wei (AEB:7) – nossa Buda-natura (Buddha-nature)

terça-feira 30 de agosto de 2022

    

tradução

NÃO há mistério algum — apenas a incapacidade de perceber o óbvio.

“Ele não tem onde se esconder!” como Mumon colocou.

O suposto ou aparente “mistério” deve-se à inexistência objetiva da pura não-objetividade – que é a Buda  -natura   [natureza búdica], porque a objetividade é apenas conceitual, e a não-objetividade é incompatível com qualquer grau de positividade.

Huang Po   disse categoricamente: “Nossa Buda-natura   original é, na mais alta verdade, desprovida de qualquer átomo de objetividade”.

O que há de misterioso em Este-aqui-agora-sou, que está em toda parte, e além do qual nada mais existe?

Este que É é presença   pura, autônoma e espontânea.

É Isso que está procurando por Si mesmo   quando o procuramos, e não podemos encontrá-lo porque é Isso que somos.

Objetivamente Não está aqui.

Nota: A linguagem dualista não nos permite expressar essas coisas sem o uso de termos objetivos como “isso”. Não existe a palavra “isto mesmo” [thisself], nem a palavra “isto” pode ser repetida indefinidamente, e é apenas um indicador em qualquer caso. O sentido deve manter uma subjetividade ininterrupta.

Original

THERE is no mystery whatever—only the inability to perceive the obvious.

“He has nowhere to hide!” as Mumon put it.

The supposed or apparent “mystery” is due to the objective inexistence of pure non-objectivity—which is the Buddha-nature, because objectivity is only conceptual, and nonobjectivity is incompatible with any degree of positivity.

Huang Po said it categorically, “Our original Buddha-nature is, in highest truth, devoid of any atom of objectivity.”

What is there mysterious in This-here-now-am, which is everywhere, and apart from which nothing else is?

This which IS is pure presence, autonomous and spontaneous.

It is This which is looking for Itself when we look for It, and we cannot find It because It is This which we are.

Objectively It is not here.

Note: Dualistic language does not permit us to express these things without the use of objective terms such as “it.” There is no such word as “thisself,” nor can the word “this” be repeated indefinitely, and it is only a pointer in any case. The sense   must maintain an uninterrupted subjectivity.


Ver online : Wei Wu Wei – All else is bondage