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Worry and be happy

Karl Renz : realização

Capítulo 1

samedi 7 mars 2020

nossa tradução

Q : Experiência? vem e vai ...

K : Sim, e realização é uma experiência. Se você diz que veio por causa? de uma circunstância, com certeza? desaparecerá.

Q : Mas isto não? mostra a verdade? ?

K : Esta é a pequena esperança? de que um? dia eu? saiba a verdade e ela se revele na minha frente e o véu caia e eu estarei em clareza para sempre.

Q : Existe uma realização da verdade ...

K : Como pode haver uma realização da verdade ? A verdade que pode ser? realizada tem que ser relativa. Precisa de dois - um que realiza outra coisa?. Mesmo percebendo a si mesmo são dois Sis. É por isso que é chamado? de mentira?-real? [real-lie-zation, jogo? de palavras em inglês]. São mentiras reais e mais ou menos mentiras. Mas toda realização é uma mentira. Eles não são reais, são mentiras.

Tão profundo? quanto podes ir com a tua realização, é uma mentira. Tão profundo quanto alcança, é uma mentira - mentira, mentira, mentira. Todo? mestre? é uma mentira e todo discípulo é uma mentira. Tudo o que se pode dizer é mentira, tudo o que se pode experimentar é mentira. Mentira mentira mentira. A questão? é : houve algum mestre que já ajudou alguém ? Achas realmente que o Si mesmo precisa de ajuda de um mestre ?

Q : A realização é que há uma mentira, que tudo é sem forma? ...

K : Mas mesmo isto desaparece também. Tudo não tem forma, isto é uma verdade ?

Q : Que não há forma ...

K : É isto verdade ? Tudo o que puderes pronunciar e descobrires será coberto novamente. O que dizes agora? é separação?, porque a não-forma é diferente da forma e da falta? de forma. Então fazes outro? nível - vazio?. Então dizes "eu percebi que o vazio nunca pode alcançar mais ou menos". Soa bom? ! Então o oposto do vazio não seria verdadeiro?.

Q : Mas essa é a natureza? da linguagem? ...

K : Não. Não podes escapar na linguagem. Não culpes o idioma, podes fazer melhor. Muitas pessoas vêm até mim e afirmam ter? realizado alguma coisa. Que elas foram para um lugar? profundo onde não havia ninguém, havia apenas vazio e não havia ninguém para encontrar. Elas realmente encontraram um lugar onde não havia ninguém. Então, isto não é verdade e aquilo era verdade ? Quem faz a diferença? - quando eu não era, era verdade e agora quando sou, é verdade. Quem faz esta diferença ?

Q : Não estou dizendo que o que ’eu sou?’ não é verdade. Só estou dizendo que há uma realização de que há uma constante ou por trás ...

K : Por trás do que ? Fazes dois, apenas ouças o que dizes. Mesmo o que é anterior é diferente do que não é anterior. O que disseres, crias dois. Mesmo ausência? e presença? são dois. A única coisa que eu posso apontar é, na ausência e na presença - quem se importa ? Estás na ausência como na presença.

Mas não precisas perceber isso. Esta é a tua natureza. Ela nunca precisou de nenhuma outra realização. Está se realizando como a ausência e a presença. Muito simples?. Não é nenhuma realização especial de que não há forma nem nada?.

Original

Q : Experience comes and goes...

K : Yeah and realization is an experience. If you say it came because of a circumstance, for sure it will be gone.

Q : But doesn’t that show you the truth ?

K : That’s the little hope that one day I will know the truth and it will reveal itself in front of me and the veil will drop and I shall be in clarity forever.

Q : There’s a realization of the truth...

K : How can there be a realization of truth ? The truth that can be realized has to be a relative one. It needs two – one who realizes something else. Even realizing himself is two selves. That’s why it’s called real-lie-zation. They are real lies and more or less lies. But every realization is a lie. They are not real, they are lies.

As deep as you can go with your realization, it’s a lie. As profound as it can get, it’s a lie – lie, lie, lie. Every master is a lie and every disciple is a lie. Whatever can be said is a lie, whatever can be experienced is a lie. Lie, lie, lie. The question is – was there any master who ever helped anybody ? Do you really think the Self needs any help from a master ?

Q : The realization is that there is a lie, that everything is formless...

K : But even that goes away too. Everything is formless, is that a truth ?

Q : That there is no form...

K : Is that truth ? Whatever you can pronounce and find out, would be covered again. Whatever you say now is separation because the non-form is different from form and formlessness. Then you make another level – emptiness. Then you say I realized that emptiness can never get more or less. Sounds good ! Then the opposite of emptiness would not be true.

Q : But that’s the nature of language...

K : No. You cannot escape in language. Don’t blame language, you can do better. Many people come to me and claim that they have realized something. That they went to a deep place where no one was, there was just emptiness and there was no one to find. They really found a place where there was no one. So, is this not truth and that was truth ? Who makes a difference – When I was not it was true and now when I am, it’s true. Who makes this difference ?

Q : I am not saying that what ‘I Am’ is not true. I am just saying that there is a realization that there is a constant or behind...

K : Behind what ? You make two, just listen to what you say. Even That what is prior is different to that what is not prior. Whatever you say, you create two. Even absence and presence is two. The only thing that I can point to is, in absence and presence – who cares ? You are in the absence as you are in the presence.

But you don’t have to realize That. That’s your nature. It never needed any other realization. It’s realizing itself as the absence and the presence. Very simple. It is not any special realization that there is no form or anything.


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