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Separação

segunda-feira 28 de março de 2022

    

VIDE: Gordon Primitivos - A REVELAÇÃO PRIMITIVA; PECADO   ORIGINAL; unificação - UNIFICAÇÃO
Philokalia  
Jean-Claude Larchet  : Philokalia-Therapeutes - TERAPÊUTICA DAS DOENÇAS ESPIRITUAIS

Vemos ya que, si la segunda forma de orgullo amenaza particularmente a los espirituales, haríamos mal en creer que los demás hombres están dispensados. Si, a menudo se hace menos notable en estos, es porque se encuentra esparcido en todo su ser, y consiste en concreto en el mantenimiento de su estado   de separación de Dios. Vivir fuera de Dios, llevar una existencia totalmente autónoma, independiente de Él y afirmarse como único principio y fin de su existencia, es una manifestación   de este orgullo fundamental que perpetúa el pecado ancestral. Todo hombre, en tanto que viva fuera de Dios, lo ignore o lo olvide, aunque sea por poco tiempo, Lo niega implícitamente y ocupa Su lugar dando así prueba del orgullo que lo habita. El hombre, podríamos decir, se revela orgulloso en algún grado, en tanto que permanece en un estado de separación relativa para con Dios; sólo el santo que ha realizado la unión total con Dios y le es totalmente transparente, escapa a esta pasión, mientras que todos los demás hombres siguen siendo víctimas de ella, incluso si lo ignoran o lo niegan: «Creer que uno no es orgulloso es una de las más claras manifestaciones de que lo es», hace notar Climacus   - s. Juan Clímaco.
[...]
Al hacer al hombre extraño a Dios, el orgullo le priva del auxilio y de los bienes divinos. Le hace perder el conocimiento espiritual, y luego todas las virtudes que poseía. «El orgullo, escribe s. Gregorio el Grande, no se contenta jamás con destruir una sola virtud; se dirige contra todas las partes del alma   y la corrompe a la manera de una enfermedad contagiosa y generalizada que corrompe el cuerpo entero». «Es una enfermedad infecciosa y generalizada que no se limita a contaminar un solo miembro, sino que provoca la destrucción de todo el cuerpo», escribe también Cassiano   - s. Juan Casiano que observa además que el orgullo «destruye no solamente la virtud que le es contraria (la humildad), como hacen los demás vicios, sino que destruye todas al mismo tiempo». s. Juan Crisóstomo hace notar en el mismo sentido que «ese vicio es suficiente para echar a perder todo lo que hay de bueno en un alma». Y Climacus - s. Juan Clímaco dice que así «como las tinieblas son incompatibles con la luz, el orgullo no puede conciliarse con las virtudes».


Perenialistas René Guénon: Guenon Arvore - A ÁRVORE DO MEIO

Por lo demás, la dualidade   - naturaleza dual del «Árvore do Conhecimento - Árbol de la Ciencia» no se le aparece a Adam   más que en el momento mismo de la «caída», puesto que es entonces cuando deviene «conocedor del bien y del mal» [1]. Es entonces también cuando se aleja del centro   que es el lugar de la unidad primera, a la cual corresponde el «Árvore de Vida - Árbol de la Vida»; y es precisamente «para guardar el camino del Árvore de Vida - Árbol de la Vida» que los querubim - kerubim ( los «tetramorfos» que sintetizan en ellos el quatro - cuaternario de las potencias elementales ), armados de la espada   flamígera, son colocados a la entrada del Éden   - Eden [2]. Este centro ha devenido inaccesible para el hombre «caída - caído», que ha perdido el «eternidade   - sentido de la eternidad», que es también el «unidade   - sentido de la unidad» [3]; volver al centro, por la restauración del «estado primordial», y alcanzar el «Árvore de Vida - Árbol de la Vida», es redescubrir ese «eternidade - sentido de la eternidad».


Filosofia Eudoro de Sousa  : Separação   e discórdia pressupõem união   e concórdia; e, no limite, indistinção e indiferença. E o que muito bem sabia Eurípides, ao escrever   estes versos (frg. 484, Nauck): «O mito   não é meu, vem de minha mãe  : / Céu e Terra   eram uma forma só. / De vez que separados foram em dois, / geraram todas as coisas e as deram à luz / — árvores, pássaros, animais   da terra, aqueles que o mar sustenta, / e a estirpe dos mortais  .» Pretendiam os antigos gramáticos que no pensamento   do poeta trágico influíra, aqui, o pensamento filosófico de Anaxágoras  ; mas a tese é improvável e supérflua. Ainda que mais distantes, no espaço e no tempo, muito mais próxima da arrojada concepção de Eurípides está o sentido dos primeiros versículos do Enuma Elish: «Quando em cima o céu ainda não fora nomeado, / em baixo a terra firme   ainda não tinha nome, / nada (havia) senão o primordial Apsu, que a todos procriou, / e Mummu-Tiamat, que a todos gerou, / em suas águas misturando um corpo só.» Eis o reverso da mesma discórdia a que se referem Homero   e Hesíodo  , quanto aos dois primeiros estágios da sucessão dinástica, esquema fixo, ou prefixado, do mito teocosmogônico: uma só forma ou um só corpo, em que indistintos ou indiferenciados se encontram o princípio masculino   (Céu) e feminino (Terra), os dois grandes componentes do universo   visível  , e o elemento   masculino (Apsu) e feminino (Tiamat) das águas primordiais. Não é fácil estabelecer correspondências mais rigorosas entre as versões grega e oriental como, por exemplo, a que resultaria de identificar Tétis e Tiamat. Sabemos que, no poema mesopotâmico, Marduk, o deicida-demiurgo  , divide em duas metades o cadáver   de Tiamat, e que de uma fez o Céu; não está dito, mas conclui-se, sem violenta extrapolação, que da outra fez a Terra. Por conseguinte, aqui, só um dos elementos das águas primordiais representa a indistinção do Céu e da Terra. Se a versão grega remete a indiferença para o Oceano — equiparável, sem maiores dúvidas, ao Apsu oriental —, também não se depreende das nossas fontes, com evidência fulgurante. Que nos baste o alto índice de probabilidade e verosimilhança. Este índice muito mais se eleva, por cotejo com as especulações cosmogônicas do Egito   - Antigo Egito. «Nun» é o nome divino das águas primevas: já era, antes que o mundo dele emergisse, antes, mesmo, de existirem os deuses. Procria oito divindades (a ogdóade do Hermópolis, III milênio a. C), associadas duas a duas: são quatro pares, dos quais, surpreendentemente, o primeiro é constituído pelo próprio Nun com sua esposa   Naunet; em seguida (?) vêm Huh, o ilimitado, com Hauet; Kuk, o obscuro  , e Kauket, a treva; e finalmente Amon, o oculto e invisível, com Amaunet. Os partícipes femininos são femininos gramaticais; porém, o que mais espanta é a intenção   especulativa, em tão remota era: «em sua pluralidade, parecem expressar menos um número   de princípios separados, do que qualidades distintivas do estágio primitivo, e a duplicação em pares não significa nenhuma dualidade, mas sim a força genesíaca» (Hölscher, 44). Esta observação   preciosa aguardará merecida atenção  , no momento em que nos defrontarmos com o Caos   hesiódico. Por ora, atendamos somente a que nunca puseram os gregos (Heródoto, Diodoro, Plutarco  ) em dúvida a legitimidade de uma identificação de Nun com o Oceano.

[1Gen 3,22 - Génesis, III, 22. - Cuando sus «ojos se abrieron», Adão e Eva - Adam y Eva se cubrieron de figueira - hojas de higuera ( Gen 3,7 - ibid., III, 7 ); esto hay que relacionarlo con el hecho de que, en la tradición hindú, el «Árvore do Mundo - Árbol del Mundo» es representado por la figueira - higuera, y también con el papel que desempeña este mismo árbol en el Evangelio.

[2Gen 3,24 - Génesis, III, 24.

[3Ver Guenon Simbolismo Graal - EL REY DEL MUNDO, cap. V.