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Commentaries On The Gospel Of Thomas

Renz : Sou Isso que é Jesus

I am That what is Jesus

jeudi 27 juin 2019

Excerto do primeiro capítulo do livro Commentaries On The Gospel Of Thomas.

Português

LOGION 1
E ele disse :
Quem quer que encontre a interpretação destes ditos
não experimentará morte.

Aqui é sobre o Jesus Jésus-Christ
Jesus Cristo
Jesus Christ
Jesús Cristo
Jesus
Jesús
Cristo
Christ
Ungido
Ointed
interior e não o Jesus anedótico das aparências.

De fato acabamos dizendo : "Sou Jesus".

"Sou isso que é Jesus". É diferente. Jesus disse : "Sou isso que é o Pai mas não sou o Pai". Isto sempre aponta à essência do que é sem nomeá-la. Assim direi : "Sou Isso que é Jesus" e não "Sou Jesus".

Não significa isso "Sou Isso" ?

Quando Deus desceu dos céus e Moisés perguntou-lhe "Quem és ?", ele disse : "Sou que sou". Assim ele especificou que era a essência do "Sou". Isso que é consciência mas não esta consciência.

Que implicaria que o indivíduo permanece...

Não, não, é o oposto. De fato está eliminando-o. Elimina a definição. De novo, Jesus é um nome, uma definição. Enquanto és vazio?. És o vazio onde é a natureza? de Cristo. Nesta tradição é dito que a natureza de Cristo é a essência. O mesmo no Budismo Bouddha
Buddha
Buda
boudhisme
buddhism
budismo
, a natureza de Buda é a essência, o Si Mesmo. É apenas outro nome para o Si Mesmo.

É importante especificar o que significamos por algumas palavras.

Sim e eis porque digo : "Sou Isso que é" e não : "Sou Jesus" ou "Sou Deus", não o nomeio. Há um livro de Nisargadatta Nisargadatta Nisargadatta Maharaj (1897-1981), guru indien de la doctrine de l’Advaita Vedānta, ou non-dualité. que tem o título : "Sou Isso", que deixa Isso totalmente aberto. Elimina o mundo?. São somente indicações ao que é antes do mundo fenomenal, e sempre se refere ao númeno. Ao que não pode ser nomeado nem enquadrado.

Não há quaisquer Si-Mesmos diferentes. Mesmo se Isso parece ser velado, Isso de fato não pode ser velado. Não é nenhuma encobrimento, nenhum véu. Mesmo se Isso parece ser esquecido algumas vezes, velado por uma religião, uma tradição, Isso é sempre subjacente, Isso é sempre presente e Isso mostrar-se-á de novo. Em todas as tradições há místicos e metafísicos que se mantêm no topo da pirâmide e de aí olham às religiões. Caminhos são infinitos mas todos conduzem ao que és. Porque todos são feitos pelo Si-Mesmo, para o Si-Mesmo. Assim não podes perder teu Si-Mesmo. Qual o melhor caminho ? Não posso dizer. Quando estais no topo, nunca houve qualquer caminho. Mas não é uma competição. Cada passo sempre move em direção ao que és. Não há caminho melhor que outro. O Si-Mesmo conhece melhor e nada há senão o Si-Mesmo.

Original

LOGION I
And he said :
Whoever finds the interpretation of these sayings
will not experience death.

Here it is about the inner Jesus and not the anecdotal Jesus of the appearances.

Actually we end up saying : “I am? Jesus”.

“I am that what is Jesus”. It’s different. Jesus said : “I am that what is the Father but I am not the Father”. This always points to the essence of what is without naming it. So I will say : “I am That what is Jesus “ and not “I am Jesus”.

Doesn’t it mean “I am That” ?

When God descended from the skies and Moses asked him “Who are you ?”, he said : “I am what I am”. So he specified he was the essence of the “I am”. That what is consciousness but not this consciousness.

Which would imply that the individual stays…

No, no, it’s the opposite. In fact it is eliminating it. It eliminates the definition?. Again, Jesus is a name, a definition. Whereas you are empty. You are the emptiness where is the nature of Christ. In this tradition it is said that the nature of Christ is the essence. Same in Buddhism, the nature of Buddha is the essence, the Self. It’s just another name for the Self.

It is important to specify what we mean by some words.

Yes and that’s why I say : “I am That what is” and not : “I am Jesus” or “I am God”, I don’t name it. There is a book of Nisargadatta, which has the title : “I am That”, which leaves That totally open. It eliminates the world. It’s only points to what is prior to the phenomenal world, and always refers to the noumenon. To what cannot be named nor framed.

There is no different Selves. Even if That seems to be covered, That actually cannot be covered. There is no cover, no veil. Even if That appears to be forgotten for some times, covered by a religion, a tradition, That is always underlying, That is always present and That will show up again. In all traditions there are mystics and metaphysicians who stand at the top of the pyramid and from there look at the religions. Ways are infinite but they all lead to what you are. Because they all are made by the Self, for the Self. So you cannot miss your Self. What is the best way ? I cannot tell. When you are at the top, there never has been any way. But it’s not a competition. Every step always moves towards what you are. There is no way better than another. Self knows the best and there is nothing but the Self.


Voir en ligne : Commentaries On The Gospel Of Thomas