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BLISSTEARS

Renz : luz de Shiva

Bliss the root of all suffering

mardi 25 juin 2019

Self-Love is the root of all suffering

Português

A consciência? [awareness], a luz? de Shiva ainda é uma experiência?, por mais sutil que seja. Mas isso que é [Tat tvam asi?] experimentando a consciência não? pode ser? experimentado. Isso é muito fácil. Estás na presença? da luz e na ausência? da luz. Nada? é mais simples? que ser o que és. Eis porque repito, ser como és ou o que és porque isso é o que és o Absoluto? e não podes não ser o Absoluto. E daí ? E isso é tua realização do Absoluto, tuas experiências do Absoluto. Elas não vêm e elas não vão. Tu és Isso [Tat tvam asi] - pronto. Isso é Sou Isso [I Am? That] de Nisargadatta. E não há saída disso nem ajuda de nenhum guru. Eles não podem nem mesmo ajudar a eles mesmos. [...]

O que mais posso te dizer ? Deveria te dar algumas belas mentiras ? Que todas as coisas? que fizestes, te levaram até mim, blá, blá, blá. Agora? estás diante de mim, te darei a última tacada e então serás um? sucesso?. Todas essas lindas palavras são armadilhas. Não estou nisso. Tudo é por acidente?. Tudo é todavia. Mas é tão natural? e está sempre aí, apenas ignoras o que és. Porque sem a presença ou pré-senso? [pre-sense] do Absoluto que és, não há possibilidade? de presença e de ausência.

Você sempre olha para o que se move e para o que não se move, mas nunca para isso que tem que ser aí antes mesmo que algo aconteça. Esse? é o fundamento? básico da existência?. Que tens que existir? para que até tenhas a experiência de existência. É tão fácil mas queres fazer isso complicado. Queres ser entretido por isso porque não podes mostrá-lo para seus amigos. Se todos são isso de qualquer modo? e nada tem que ser feito ou necessita ser feito como dizer a teus amigos que tens uma experiência especial ? Se não és de modo algum especial que és. És, sou, somos nada diferentes em natureza?. Mas isso jamais afirmaria tal. Então, até isto é como um blah, blah, blah.

É por isso que esses caras dizem que é melhor você ficar quieto?. Mas olha, não posso deixar de falar? sobre isso. Mas ainda assim não perturba o que sou. Então, sou em silêncio? falando. Nunca digo nada. Nunca adiciono nada a nada. Nunca tiro nada de nada. São apenas palavras vazias. Jesus as chamou de palavras vivas, que é apenas vida? vivendo sem qualquer intenção? de qualquer entendimento? ou qualquer coisa?. E isso é chamado? de boa companhia – vida vivendo. Nenhuma vantagem ou desvantagem de ser aí ou não ser aí. E não vender algo na presença de alguém que não queira te vender nada. E não tens que comprar nada e então subitamente em desaparecer em algo que não conheces posto que não é algo que possas conhecer. De repente, eis ... Na verdade?, estás permanentemente aí, mas sempre coberto por algo. Dás atenção? a outra coisa. Então, atenção à Atenção, consciência à Consciência. Mas a Consciência não conhece nenhuma consciência, Atenção não conhece nenhuma atenção. Não há dar atenção. Em sendo Atenção, em sendo isso que é Consciência mas desconhece qualquer consciência, não há pertença de Consciência, não é minha Consciência, não meu sendo, não meu espírito?.

Sejas o azul e o que quer que venha do nada [1], não és. Não há como vir do nada. É por isso que a cor de Krishna e Shiva é sempre azul ; azul escuro. Mas agora tens o blues. Que não queira ajudar ninguém aqui talvez seja a maior ajuda que possa oferecer. Que não queira mudar ninguém aqui ; todos podem ser tão estúpidos quanto sejam. Não tenho ideia? do que há de errado com isto. Agora estás apaixonado? por conhecer a ti mesmo. Tens que se apaixonar por não conhecer a si mesmo ; apenas um pequeno deslocamento. Agora és em uma tremenda miséria porque não te conheces e queres te conhecer. Mas apenas se apaixones pelo não conhecimento? de ti mesmo e aproveites o silêncio nele e desfrute o êxtase? do não conhecimento de ti mesmo. Isso é o desfrutar de ti mesmo. Desfrutes-te, por não conhecer a ti mesmo e não saber? o que é paz? e não saber ... o que quer que seja. Eis a alegria? de não saber.

Dessa forma?, tento fazer com que te apaixones pelo que és o qual não conhece a ti mesmo, porque agora conhecendo a ti mesmo és em miséria. A qualquer momento? que conheces a ti mesmo, és um miserável bastardo do tempo?.

Original

The awareness, the light of Shiva is still an experience, as subtle as it may be. But that what’s experiencing the awareness can’t be experienced. That’s very easy. You’re in the presence of the light and in the absence of the light. Nothing is simpler as being what you are. That’s why I repeat, be as you are or be what you are because that is what is the Absolute and you cannot not be the Absolute. So what ? And this is your Absolute realization, your Absolute experiences. They don’t come and they don’t go. You are That – finished. This is Nisargadatta’s I Am That. And no way out of it and no help from any guru. They cannot even help themselves. [...]

What else can I tell you ? Should I give you some beautiful lies ? That all the things that you have done have led you to me, blah, blah, blah. Now you’re in front of me and now I’ll give you the last hit and then you’ll be a hit. All these beautiful words are traps. I’m not into that. It’s all by accident. It’s all by the way. But it’s so natural and it was always there, you just always overlook what you are. Because without the Absolute presence or pre-sense you are, there’s no presence and no absence possible.

You always look at what moves and what does not move but never to that which has to be there before even something can happen. That’s the basic ground of existence. That you have to exist so that you can even have one who can have an experience of existence. It’s so fucking easy but you want to make it complicated. You want to be entertained by it because you cannot show it off to your friends. If everyone is it anyway and nothing has to be done or needs to be done, how to tell your friends that you have a special experience ? If it’s not in any way special that you are. You are, I am and we are not different in nature. But that would never even say that. So, even that is like a blah, blah, blah.

That’s why these guys say that you better be quiet. But look I cannot even help talking about it. But it still doesn’t disturb that what I am. So, I’m silent in talking. I never say anything. I never add anything to anything. I never take anything away from anything. It’s just empty? words. Jesus called them living words, which is just life living without any intention of any understanding or anything. And that’s called good company – life living. No advantage or disadvantage to be here or not to be here. And not selling something in the presence of someone who doesn’t want to sell you anything. And you don’t have to buy anything and then suddenly you may just disappear into whatever you don’t know because it is not something that you can know. Suddenly there is... It’s actually permanently there but it was always covered by something. You give attention to something else. So, attention to Attention, awareness to Awareness. But Awareness doesn’t know any awareness, Attention doesn’t know any attention. There’s no giving attention. By being Attention, by being that what is Awareness but doesn’t know any awareness, there’s no ownership of Awareness, it’s not my awareness, not my beingness, not my spirit.

Be the blue and whatever comes out of the blue, you are not. There’s no coming out of the blue. That’s why the colour of Krishna and Shiva is always blue ; dark blue. But now you have blues. That I don’t want to help anyone here may be the biggest help I can offer. That I don’t want to change anyone here ; everyone can be as stupid as he is. I have no idea? what’s wrong with that. Now you’re in love with knowing yourself. You have to fall in love with not knowing yourself ; just a little shift. Now you’re in a fucking misery because you don’t know yourself and you want to know yourself. But just fall in love with not knowing yourself and enjoy the silence in it and enjoy the ecstasy of not knowing yourself. That’s enjoying yourself. Enjoy yourself, by not knowing yourself and not knowing what’s ecstasy and not knowing what’s peace and not knowing what’s… whatever. There’s a joy of not knowing.

In that way I try to make you fall in love with that what you are which doesn’t know itself because now by knowing yourself, you’re in misery. Any moment you know yourself, you’re a miserable bastard of time.


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[1Jogo de palavras em inglês : out of the blue = vir do nada