Página inicial > Imaginal > Zohar

Zohar

segunda-feira 28 de março de 2022

    

VIDE: EXCERTOS, CITAÇÕES E COMENTÁRIOS

C. del Tilo: Excertos de LA PUERTA

Esta voluminosa obra apareció en Castilla a finales del siglo XIII. Rabi Moisés de León pretendió haber copiado el Zohar a partir de un texto antiguo; sin embargo, nadie vio nunca este manuscrito.

Según la leyenda, el Zohar seria la obra de Rabi Simeón bar Iojai, célebre maestro que vivió a finales del primer siglo d. de J.C. y que ensenó en el pueblo de Yabné, cerca de Jaifá. El lector interesado puede remitirse a la historia   de este célebre cabalista, en el opúsculo de Guy Casaril: Rabbi Siméon bar Iojai et la Cabbale.

Pero según el profesor Gershom Scholem, puede afirmarse con total casi seguridad que el autor del Zohar es el mismo Rabi Moisés de León.

El Zohar es una obra extraordinaria, tanto por su extensión como por la variedad y riqueza   de sus comentários. Es una fuente inagotable de ensenanzas, a veces impenetrables, a veces sencillas, pero siempre apasionantes. Es realmente el tesoro de la tradición   hebrea.

Está escrito en arameo, pero existen traducciones hebreas. La más conocida es la traducción integral glosada de Rabi Ashlag, publicada en Tel Aviv en 1954 (21 vols.) y reeditada posteriormente.

Harold_Bloom
O Zohar («esplendor»), foi escrito por Moisés de Leon entre 1280 e 1286, em Guadalajara, e, com a sua difusão, a Cabala se tornou um sistema completo de especulação  . Sem sombra de dúvida, decorridos 700 anos, o Zohar, com todos os seus erros, permanece sendo o único livro notável de todo o esoterismo   ocidental. A maior parte do Zohar foi escrita em aramaico, mas numa linguagem artificial, altamente literária, e não vernácula. Existe uma boa edição inglesa em cinco   volumes (de Sperling & Simon, 1984) que vale a pena   ser lida, mas ela representa apenas uma parte do Zohar, que é, entretanto, um livro singular, por ser impossível afirmar o que seria sua versão completa. O livro (se assim podemos chamá-lo) varia a cada manuscrito e se assemelha muito mais a uma coleção de livros ou a uma pequena biblioteca do que àquilo que normalmente descrevemos como uma obra de contorno definido. (Cabala e Crítica)

Elias   Lipiner
Excertos do livro de Elias Lipiner, «As letras do Alfabeto na criação do mundo»
O Livro do Esplendor composto sob a forma de um extenso comentário sobre o Pentateuco, principalmente, contém uma exposição minuciosa do misticismo   judaico e nela se misturam, num estilo íntimo, beletrística, teologia, filosofia e linguística.

São extremamente controvertidos os dados referentes a seu autor e ao tempo de sua composição. Sua autoria é atribuída, originária e tradicionalmente, a Rabi Simão ben Yohai, que viveu na Judeia no século II, e, modernamente, ao cabalista Rabi Moisés de Leão, que viveu na Espanha no século XIII, época da revelação do Zohar ao público. Mas, se ben Yohai não é o autor da obra, como se tem por certo na pesquisa moderna, ele continua sendo sua personagem principal, que atribui às páginas do livro um cunho de mistério e santidade   aos olhos dos crentes.

Com o seu texto ilustrado e enriquecido por sugestões, e incluindo até quadros alfabéticos em que as letras hebraicas aparecem combinadas e aproveitadas de várias maneiras  , esta obra apresenta, já na sua introdução, uma singular fábula   entremeada de insinuações metafísicas sobre as letras consideradas autonomamente. Os vinte e dois   signos encontram-se ali descritos como entes ativos, radiantes e de expressão   profundamente mística, carregadas, sobretudo, de dinamismo criativo sobrenatural (vide Alfabeto Hebraico).

PERENIALISTAS
René Guénon:

  • Guenon Qabbalah - QABBALAH
  • Guenon Kabbala Numeros - CABALA E CIÊNCIA DOS NÚMEROS
  • Guenon Kabbala Vulliaud   - A CABALA JUDIA DE PAUL VULLIAUD
  • Guenon Kabbala Siphra - SIPHRA DI-TZENIUTHA

Leo Schaya  : Schaya Cabala - O HOMEM   E O ABSOLUTO   SEGUNDO A CABALA

    • O Sepher ha-Zohar, «Livro do esplendor», é composto de vários tratados que representam sobretudo comentários cabalísticos da Torá. Redigido em aramaico — um aramaico muito discutido então — o Zohar é atribuído por alguns ao Rabi Simeão ben Yohai (séc. II d.C.) e sua escola, por outros ao cabalista espanhol Moisés de Leão (Séc. XIII); de toda a literatura esotérica do judaísmo, é a obra mais disseminada e a mais influente; considerada por muitos místicos judeus como uma coleção de textos inspirados, este livro foi denominado frequentemente o «santo Zohar» e venerado como a Torá e seu comentário canônico, o Talmude  .
      EXCERTOS, ESTUDOS E COMENTÁRIOS (neste site)
  • Zohar Alma - ALMA NO ZOHAR
  • Zohar Amante - AMANTE
  • Satz Zohar - MARIO SATZ   SOBRE O ZOHAR
  • Mistérios da Torá - MISTÉRIOS DA TORÁ