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sarx geneto

segunda-feira 28 de março de 2022

    

E o Verbo se fez carne  , e habitou entre nós, cheio de graça   e de verdade; e vimos a sua glória  , como a glória do unigênito   do Pai  . (Jo, 14)


Cristologia Ambrósio  : ENCARNAÇÃO

Alfonso de Ligório

Obras Asceticas de San Alfonso M. de Ligorio, I, Obras dedicadas al pueblo en general, Biblioteca de Autores Cristianos (BAC), Madrid, 1952, 1040 p., edición crítica, introducción ascético-alfonsiana, selección, versión del italiano, notas e índices del padre Andres Goy, C.SS.R.

Contribuição e tradução de Antonio Carneiro das páginas 27 e 28

Primeira Série de Meditações para o Advento  

Meditação   I - Do Amor que Deus   nos manifestou na Encarnação do Verbo

I. Deus nos criou para amá-lo nesta vida e desfrutá-lo d’Ele na outra; mas nós ingratos, nos rebelamos com o pecado   e lhes negamos obediência, pelo qual fomos privados da divina graça, arrojados do paraíso   e, ademais, condenados às penas eternas do inferno. Estamos já, pois, todos perdidos. Mas, este Deus movido por compaixão   de nós, resolveu enviar à terra   um Redentor que reparasse tanta ruína.

II. E quem será este Redentor? Um anjo   ou um Serafim - serafim? Não; para que nos ficasse patente, Deus com seu imenso amor, enviou-nos seu próprio filho: Deus (enviou) seu próprio filho em semelhança   e carne de pecado. (Rom 8, 3) Enviou seu Unigênito para revestir-se da mesma carne que tínhamos nós pecadores, exceção feita para o pecado, e dispôs que Ele, com seus sofrimentos e morte, satisfizesse a divina justiça por nossos delitos, livrando-nos assim da morte eterna e fazendo-nos dignos da glória perdurável.

Graças, meu Deus, em nome de todos os homens, pois se não tivésseis pensado em minha salvação  , todos nós homens teríamos nos perdido para sempre.

III. Considera aqui o amor infinito   que Deus mostrou nesta grande obra da encarnação do Verbo, dispondo que seu filho sacrificasse a vida nas mãos de verdugos na cruz, no meio de um mar de dores e ignomínias, para alcançarmos o perdão e a salvação eterna. Oh bondade infinita! Oh misericórdia infinita! Oh amor infinito! Um Deus se fazer homem   e vir morrer   por nós, vermezinhos !

Ah, meu Salvador! dê-me conhecer quanto me haveis amado  , para que à vista   de vosso amor reconheça minha ingratidão. Vós com vossa morte me livrastes da perdição, e eu, ingrato, vos dei   minhas costas para me perder de novo. Arrependo-me sinceramente de haver-vos feito tamanha injúria. Perdoa-me, meu Salvador, e preserve-me do pecado no futuro; não permitais que volte a perder de vista vossa graça. Amo-vos, meu querido Jesus  , pois sois minha esperança   e meu amor. — Oh Maria, Mãe deste excelso Filho, encomenda-lhe minha alma  !


Philokalia   Jean-Claude Larchet  : Philokalia-Therapeutes - TERAPÊUTICA DAS DOENÇAS ESPIRITUAIS

Cristo, haciéndose perfectamente hombre sin dejar de ser Dios, vuelve a dar a la naturaleza humana — uniendo a ella su naturaleza divina en Su Persona — la plenitud e integridad de su katartismos   - perfección original llevada a su cumplimiento. De este modo, es por Dios mismo, en la Persona de su Hijo como llega a realizarse inmediatamente y a revelarse a todos el destino último de la humanidad, la katartismos - perfección de la naturaleza humana unida íntima y totalmente a Dios. Adán   no era sino «la figura del que había de venir» (Rom 5,12) ya que ha faltado a su destino último, es Cristo quien manifiesta el cumplimiento de la promesa, la conduce al punto de su katartismos - perfección. «Sólo el Salvador es el primero en realizar al hombre auténtico y perfecto», escribe Nicolau Cabasilas - s. Nicolás Cabasilas. Imagen del Dios invisible (Col 1,15), «esplendor de su gloria y efigie de su substancia» (Heb 1,3) en quien habita corporalmente la plenitud de la divinidad (Col 2,9). Él revela el sentido profundo de la creación del hombre a su imagen y semejanza; en su naturaleza humana se manifiesta la naturaleza divina unida a ella sin separación ni confusión. Él es el modelo visible y realizado del Homem Novo - Hombre Nuevo (Ef 2,5) en quien la humanidad caída es llamada a renovarse, en quien todo hombre es invitado a reproducir su imagen (Rom 8,29) y a adquirir su semejanza. Él viene para afirmar por Su doble naturaleza de Dios-hombre que el hombre está destinado a ser hombre-dios: «Dios se hace hombre para que el hombre pueda volverse dios», proclaman los Padres. En Cristo, Dios mismo se presenta al hombre como norma de su katartismos - perfección y de su destino; le muestra con evidencia que su naturaleza es teantrópica; le revela que no es hombre perfecto sino unido a Dios — ya que en la persona de Cristo por la unión con la naturaleza divina la naturaleza humana se vuelve perfecta — que solamente por asimilación a Cristo el hombre puede realizar en sí mismo   esta katartismos - perfección teantrópica. El hombre no es verdaderamente hombre (mas) que siendo dios en Cristo.