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O Mundo como Vontade e como Representação Tomo I

Schopenhauer (MVR1:165) – vontade e corpo

Livro II §20

mardi 14 septembre 2021

[Excerto de SCHOPENHAUER, Arthur. O mundo como vontade e como representação. Primeiro Tomo. Tr. Jair Barboza. São Paulo : Editora UNESP, 2005, p. 165]

Assim, se cada ação? de meu corpo? é fenômeno? de um? ato? volitivo, no qual minha vontade? mesma, portanto meu caráter?, expressa-se em geral? e no todo? sob certos motivos, então o pressuposto? e a condição? absolutamente necessária daquela ação têm de ser? também fenômeno da vontade, pois [I 128] o aparecimento desta não? pode depender de algo que não exista imediata e exclusivamente mediante ela, que, portanto, seja-lhe simplesmente contingente? : com o que seu aparecimento mesmo seria casual. Aquela condição, no entanto, é todo o corpo mesmo. Este, portanto, já tem de ser fenômeno da vontade, e relacionar-se com minha vontade em seu todo, isto é, com meu caráter inteligível?, cujo fenômeno no tempo? é meu caráter empírico?, da mesma forma? que a ação isolada do corpo se relaciona com o ato isolado da vontade. Logo, todo o corpo não tem de ser outra coisa? senão minha vontade que se torna visível, tem de ser a minha vontade mesma na medida? em que esta é objeto? intuível, representação? da primeira classe?. — Em confirmação? de tudo isso, recorde-se que toda ação sobre o corpo afeta simultânea e imediatamente a vontade e, nesse sentido?, chama-se dor? ou prazer?, ou, em graus menores, sensação? agradável ou desagradável ; inversamente, todo movimento? veemente da vontade, portanto todo afeto? e paixão?, abala o corpo e perturba o curso de suas funções.


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